O bilhete matemático
Joãozinho mandou um bilhete cantando Maria, bem na aula de matemática, e nesse bilhete podia se ler a tal frase assim:
Vou rezar 1/3 e pensar em 1/2 de te levar para 1/4 e fazer de seu pai 1/9!!!
Joãozinho mandou um bilhete cantando Maria, bem na aula de matemática, e nesse bilhete podia se ler a tal frase assim:
Vou rezar 1/3 e pensar em 1/2 de te levar para 1/4 e fazer de seu pai 1/9!!!
Era uma vez o Joãozinho, que tinha um avô no hospital e foi com a mãe dele para o visitar. Ele viu um quadro com uma imagem na parede e perguntou: — Mãe, quem é essa? A mãe responde: — Essa é Maria, filho. Alguns dias depois, o avô do Joãozinho morre e ele vai com a mãe dele para o velório, e vê outro quadro com uma imagem na parede e pergunta: — Mãe, quem é aquele? A mãe responde: — Aquele é José, filho, marido de Maria. Os dias se passam e o Joãozinho anda pela rua com a sua mãe e vê uma procissão, e ele vê uma cruz bem grande com uma imagem e…
Um dia na sala de aula a professora diz:
— Maria, do que você mais gosta?
— Das flores, professora.
— Juquinha, do que você mais gosta?
— Dos navios, professora.
— Joãozinho, do que você mais gosta?
— Tu, fessora.
A professora, muito orgulhosa, convida Joãozinho para ir até a cantina para ele escolher algo:
— Joãozinho, o que você vai querer?
— Tota-tola.
Certo dia a professora pede para todos os alunos escreverem algumas rimas e depois falarem para todos. — Maria, fala a sua rima — disse a professora. E Maria disse: — Com "A" escrevo amor, com "P" escrevo paixão, com "F" escrevo "fessora" do meu coração. — Muito bom — disse a professora. — Agora você, Marquinhos. E Marquinhos disse: — Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão, a "fessora" quando chora põe a mão no coração. — Agora você, Joãozinho. E Joãozinho, sacana como sempre, disse: — Urubu tem pena no cu. A professora gritou logo: — Palavrão…
Maria fica sangrando e logo chama Joãosinho:
— Estou sangrando, o que eu faço?
— Deixa eu ver.
Joãosinho passa horas olhando para ver o que havia acontecido. Aí responde:
— Eu não entendo bem disso, mas acho que cortarão seu PINTO.
A professora pede para os alunos pesquisarem uma cor composta para a próxima aula.
O Joãozinho chega em casa e diz pra mãe:
— Mãe, me dá uma cor composta.
Ela diz:
— Ah, meu filho, azul-escuro é composta.
O Joãozinho passa a noite repetindo "azul-escuro, azul-escuro..." para não esquecer.
Chega na aula confiante, e a professora começa a perguntar:
— Maria, qual a sua cor?
— Rosa-choque.
— Muito bem, Maria. José, qual a sua cor?
— Azul-turquesa.
— Muito bem.
Perguntas vão e vêm e nada do Joãozinho.
Até que ela pergunta para o Caio, um moreninho que senta lá atrás.
Ele responde:
— Azul-escuro.
— Muito bem. E a sua, Joãozinho?
— Preto safado...
A professora chega na sala e pede para cada aluno fazer uma poesia. Após uma hora, pede que os alunos comecem a ler o que tinham escrito. — Maria, leia sua poesia. — Mãe é graciosa, bonita como uma rosa. — Ótima, Maria, parabéns! — Pedrinho, leia a sua. — Natureza é vida, natureza é amar, devemos nos unir para ela preservar. — Muito boa, nota 9. — Joãozinho, agora é sua vez. — O peru tem pena no cú. — Joãozinho! Que coisa mais feia, refaça a sua poesia, e não me venha com imoralidades. Depois de 10 minutos, a professora pede que ele releia a nova…
P: A professora pede para que os alunos falassem 3 partes da cabeça do ser humano:
— Professora: Pedrinho, fale três partes da cabeça do ser humano!
— Pedrinho: orelha, umbigo e nariz.
— Professora: Não, umbigo não faz parte da cabeça!
— Professora: Maria, sua vez!
— Maria: olho, dedo e cabelo.
— Professora: Não, dedo não é.
— Professora: Joãozinho, sua vez!
— Joãozinho: zoi, zureia e zuvido!
— Professora: Isso, Pedrinho, sabe com qual letra vai começar? Com z.
— Pedrinho: Deve ser um zoito, né!
A professora queria que a classe fizesse uma frase com a palavra hospedar.
Professora: Mariazinha, qual é a sua?
Mariazinha: "Meu tio é maluco e teve de se hospedar no hospício."
Professora: Muito bem, Maria.
Depois de ter perguntado para a sala inteira, ela pergunta ao Joãozinho...
Professora: Joãozinho, qual é a sua?
Joãozinho: Roubaram...
Professora: Não inventa desculpa, João!! Vou te dar suspensão, em!!!!!
Joãozinho: Roubaram os pedar (os pedais) da minha bicicleta.
Um dia na escola a professora pede aos seus alunos que façam uma rima bem bonita e pergunta ao primeiro: — Diga, Maria, qual é a sua rima? — Eu tenho uma coisa que é só minha, o coração da minha mãezinha. — Parabéns, Maria, muito bonita — falou a professora. — E você, Carlinhos? — Eu tenho amor como uma flor. — Muito bonito, Carlinhos — disse a professora. — E você, Joãozinho, diga a sua rima. — Lá vem um canguru com uma flor no cu. A professora, indignada, manda ele refazer a frase e lhe pergunta novamente depois de alguns minutos: — Diga, Joãozinho —…
Chegando o Natal, Joaozinho resolve escrever uma carta para Papai Noel:
"Papai Noel, este ano fui um garoto muito bom, tirei boas notas e fui um bom filho, por isso gostaria de ganhar uma bicicleta de Natal..."
Joaozinho parou e pensou... depois de um tempo, amassou a carta, foi no presépio da sala, pegou Maria e escreveu:
"Jesus, estou com sua mãe, se quiser vê-la novamente terá que me dar uma bicicleta neste Natal!!!"
Na sala de aula, a professora começa a fazer perguntas para os alunos:
— Maria, cachorro mia?
— Não, professora. Cachorro late.
— Ricardinho, gato ruge?
— Não, professora. Gato mia.
E assim foi perguntando para todos os alunos, menos para o Joãozinho.
A professora manda os alunos fazerem uma redação. Todos começam a fazer, menos o Joãozinho, que continua em pé, paradinho.
A professora fala:
— Joãozinho, cupia.
Ele responde:
— Não, professora. Cu peida.
A professora de Joaozinho foi sentar na cadeira de pé quebrado e caiu de perna aberta.
— Maria, o que você viu? — perguntou a professora.
— Eu vi um pedaço da calcinha.
— Uma semana de suspensão!
E, dirigindo-se para Josias, perguntou:
— Josias, o que você viu?
— Eu vi um pedaço da coxa e a bunda.
— Um mês de suspensão! Joaozinho, o que você viu?
E Joaozinho respondeu:
— Até o ano que vem, fessora!
A professora pergunta para a classe:
— Qual a coisa pesada que conhecem?
— Elefante! — diz a Manuelinha.
— Baleia! — responde Pedrinho.
— Uma caravela! — disse Maria.
E o Joãozinho:
— É o caralho do meu pai!
— De onde tirou essa ideia? — perguntou a professora.
— É que de noite ouço sempre minha mãe a dizer:
"Isto aí nem Deus levanta!"
No primeiro dia de aula de catecismo, o padre (professor) apresenta os alunos para o Joaozinho, que chega atrasado.
— Professor, essa é Maria Soares, essa é Paula Dias...
Quando chega na Bruna Rola, ele começa a rir!!! O professor já imagina que ele é safado.
Começando sua aula, Joaozinho acha Bruna muito bagunceira e chata e diz pro professor:
— Padre, por favor!!! Bota a rola pra fora!!!!!!!!!!
No primeiro dia de aula de catecismo, o padre (professor) apresenta os alunos para o Joãozinho, que chega atrasado.
— Professor, essa é Maria Soares, essa é Paula Dias...
Quando chega na Bruna Rola, ele começa a rir!!!
O professor já imagina que ele é safado.
Começando sua aula, Joãozinho acha Bruna muito bagunceira e chata, e diz pro professor:
— Padre, por favor!!! Bota a rola pra fora!!!!!!!!!!
Ao chegar de viagem, dona Tereza pergunta para o filho de cinco anos:
— E aí, Joãozinho? Correu tudo bem por aqui na minha ausência?
— Tudo, mamãe! Só teve um dia que deu uma chuva muito forte e eu fiquei com medo, e o papai veio dormir com eu.
— Comigo, Joãozinho! — corrigiu a empregada.
— Não, Maria! Isso foi no sábado! Eu estou falando de domingo, quando choveu!
A professora de Joãozinho pediu para cada aluno decorar uma cor pra dizer no outro dia. Joãozinho tinha decorado azul-marinho.
No dia de dizer, a professora começa a perguntar:
— Maria, diga-me uma cor.
— Rosa-choque.
— Pedro, diga-me uma cor.
— Magenta.
Joãozinho era o último e na sua frente estava Marquinhos, que era um neguinho. A professora perguntou a Marquinhos:
— Diga-me uma cor, Marquinhos.
— Azul-marinho, professora.
— Agora você, Juquinha.
— Preto, filha da mãe.
Joãozinho estava na escola, tendo aula de ciências, quando a professora pergunta:
— Maria, qual o pau mais pesado do mundo?
— É a ciringueira.
Sem demora, Joãozinho diz:
— Não é nada, fessora. É o pau do meu pai.
E a professora ficou assustada e disse:
— O que é isso, Joãozinho!
— Mas, professora, ontem à noite eu fui até a porta do quarto dos meus pais e ouvi minha mãe falar:
— "É João, nem Deus, levanta mais esse pau!"
A professora de Joãozinho mandou, como dever de casa, que cada aluno gravasse o nome de uma cor. Joãozinho chegou em casa e foi logo perguntando a seu pai: — Pai, me diz uma cor diferente para eu levar amanhã para a escola. O pai pensou e disse: — Azul Celeste. O Joãozinho ficou feliz da vida e foi para seu quarto gravando a cor. No dia seguinte, ele foi para a escola e só tinha em mente o nome da cor Azul Celeste. A professora chegou e foi logo perguntando, aluno por aluno, suas cores: — Maria, que cor você gravou? Maria respondeu: — Rosa Florescente…
A professora chega na escola e pergunta à Maria:
— O que é que tem um bico, tem uma goiaba embaixo e faz fuuuuuu?
A Maria responde:
— Goiaba embaixo, sei não, professora!
— É o bule. A goiaba só coloquei para complicar.
Depois fala pro Joãozinho:
— Se você fala para mim!
— Também — disse o Joãozinho.
— O que é que é roliço, tem ponta vermelha e as mulheres adoram colocar na boca?
A professora:
— Uuu queeeeeeee? Fora da sala agora!
— Calma, é o batom. As duas bolas só coloquei para complicar!
Numa aula de ciências da 2ª classe, a professora pergunta à classe: — Qual é o órgão que, estimulado, aumenta dez vezes? Ninguém respondeu à pergunta, e então a professora voltou a perguntar: — Qual é o órgão que, estimulado, aumenta dez vezes? Muito furiosa, a Maria responde: — A professora não tem vergonha de nos perguntar isso? Vou dizer à minha mãe, que depois vai dizer ao diretor, que em seguida a demitirá da escola! A professora ignorou-a e voltou a fazer a mesma pergunta, ao que a Maria respondeu: — A professora está lixada, vou fazer queixa! A…
A professora de ciências teve a ideia de dar uma pesquisa aos alunos, na qual teriam de levar um instrumento médico e algumas informações. Daí, cinco dias depois: — Maria, o que você trouxe? — Ah! Eu trouxe uma seringa, serve para dar vacina nas pessoas. — Muito bem, Maria — disse a professora. — Mas... com quem você pegou e o que essa pessoa disse? — Bom, peguei com minha tia, ela é enfermeira e disse que a injeção foi a melhor coisa que já inventaram! — Muito bem... Agora é a vez do Joãozinho. O que você trouxe? — Trouxe uma bolsa de oxigênio, serve…
Estava perto do Dia das Mães, e a professora da classe de Joãozinho pede para os alunos escreverem um texto e com o ditado no final "Mãe só tem uma". Os alunos escreveram. A professora chama os alunos para lerem seus textos. — Maria, venha ler o seu. — "Um dia minha mãe me ajudou com um problema que eu tinha, graças a isso o problema se resolveu logo. Mãe só tem uma." — Parabéns, Maria. Roberto, venha ler o seu. — "Um dia me esborrachei no chão quando jogava futebol. Minha mãe passou Merthiolate, colocou um band-aid e beijou o local que eu tinha…
Já era Natal quando Joãozinho escreveu a carta para o Papai Noel, que dizia:
— Querido Papai Noel, eu fui um bom menino esse ano, gostaria de ganhar uma bicicleta.
Mas Joãozinho pensou bem e escreveu outra carta, dizendo:
— Eu fui um bom menino essa semana, gostaria de ganhar uma bicicleta.
Aí Joãozinho meditou bem, levantou e pegou do presépio Maria, mãe de Jesus, e a enfiou em uma gaveta, então pegou um papel e escreveu:
— Querido menino Jesus, se quer ver sua mãe novamente, me dê uma bicicleta.
Em um certo dia, dona Maria, mãe de Joãozinho, chama ele e diz:
— Joãozinho, meu filho, preciso que você compre um quilo de carne para mim.
E Joãozinho pergunta a sua mãe:
— Mãe, eu não sei onde compra.
E a mãe dele responde:
— Vá ao lugar onde tiver mais gente.
Mas nesse dia era dia de missa. E ele viu uma movimentação muito grande e, quando chega lá, escuta uma certa voz dizendo:
— Deus veio para nos salvar.
E ele responde:
— Não, não, eu vim para comprar carne.
Um dia na escola, a professora pediu para levarem equipamentos médicos para a escola.
— O Maria, o que você trouxe?
— Um raio X.
— Quem te deu isso?
— Minha tia, ela era médica.
— E o que ela falou?
— Que serve para ver os ossos.
— O Joãozinho, e você, o que trouxe?
— Um marcapasso.
— E como você conseguiu isso?
— A minha avó era paciente.
— E o que ela falou sobre isso?
— Ela falou: "Não, NÃO!!!"
Certo dia, Joãozinho estava na sala de aula, bate aquele forte vento e levanta a saia da professora, a qual fica muito nervosa e começa a perguntar à turma o que viram:
— Maria, o que é que você viu?
Ela responde:
— Sua canela, professora.
A professora responde:
— Dois meses de suspensão.
— Pedro, o que você viu?
Ele responde:
— Sua coxa, professora.
— Cinco meses de suspensão — diz ela.
— E você aí, Joãozinho, o que viu?
Joãozinho abaixa a cabeça, junta suas coisas, levanta-se e fala:
— Tchau, galera, até o ano que vem!
Joãozinho tinha um coqueiro, e já estava dando cocos. Ele estava cuidando dele quando sua mãe falou para ele ir à igreja. Mas Joãozinho disse:
— Mãe, eu não posso ir porque pode vir alguém e roubar um coco!
— Está tudo bem, filho, na igreja tem uma janela que dá para ver o coqueiro!
Então ele foi à igreja. Nela o padre estava fazendo perguntas para cada criança, e chegou a vez do Joãozinho:
— O que Maria disse quando pareu Jesus quando ele estava na cruz?
Nesse mesmo momento Joãozinho viu um menino subir no coqueiro e disse:
— Desce daí, seu filha da puta!!!!!
Um dia, na sala de aula, a professora mandou os alunos fazerem uma poesia com rimas.
No dia seguinte, ela começou a chamar os alunos para declamar sua poesia. Na vez de Marizinha, ela disse:
— Todo dia de manhã eu como uma maçã!
— Muito bem, Maria — disse a professora. Na vez do Joaozinho, ele disse:
— Urubu tem pena no cú!
— Não! Joaozinho, amanhã na apresentação você vai dizer outra poesia, tá?
— Tá bom.
No dia da apresentação, lá se foram Mariazinha e Joaozinho. Primeiro foi a Mariazinha:
— Todo dia de manhã eu como uma maçã!
— Bravo! Bravo!
E chegou a vez do Joaozinho:
— Urubu tem pena no pé, e não tem no cú porque a fessora não qué!