O gaúcho tarado
O gaúcho estava de férias no Pantanal, solitário. Após uma semana já não aguentava a vontade de transar. Procurou um camponês que morava a cinco km da cabana onde o mesmo resolveu passar as férias sozinho, e perguntou como é que o mesmo faz para aliviar as tensões sexuais. Ele, como gaúcho macho, já não aguentava mais de tanto tesão que estava. O camponês marcou com o gaúcho para se encontrarem no final da tarde, às 17:00 h. No horário marcado o gaúcho macho estava lá, ansioso para trepar. O camponês, com um pau na mão, assoviou, olhando em direção do lago. Apareceu um jacaré de uns três metros de boca aberta, pronto para morder. O camponês abriu a braguilha e botou o pau para fora, já excitado. Quando o jacaré ia morder o pau do camponês, este deu uma paulada na cabeça do jacaré, que este ficou de boca semiaberta, e o camponês com o pau em movimentos de vai e vem. Quando o jacaré ia retomando o sentido, tome paulada, até gozar na boca do jacaré. O gaúcho, impressionado com a cena, ficara pasmo. O camponês, fechando a calça, olha para o gaúcho e indaga:
— Estás a fim?
— Tchê! — o gaúcho responde. — A fim... até que estou, não sei se vou aguentar as pauladas.
