Edifício
Joaquim e Manoel estavam navegando pelo Brasil quando enxergam um edifício.
Joaquim fala para Manoel:
— Como são burros esses brasileiros, botam uma casa encima da outra, e ainda escrevem é difícil.

Joaquim e Manoel estavam navegando pelo Brasil quando enxergam um edifício.
Joaquim fala para Manoel:
— Como são burros esses brasileiros, botam uma casa encima da outra, e ainda escrevem é difícil.

Vocês sabem que os portugueses são muito burros e ainda adultos eles estudam. Era uma vez um português que era adulto, mas ele ainda estudava porque ele repetira 10 anos na escola. Então a professora deles passou a seguinte questão para eles fazerem em casa: Por que quando tiram as patas da aranha elas não andam??? Quando o português chegou em casa, ele disse: — Nossa, que coisa difícil, eu vou chamar o meu colega e vou fazer uma experiência com ele. Então ele telefonou para seu colega: — Olha, aquela questão que a professora passou está muito difícil…
Toda vez que um turista vem ao Brasil, acha que pode levar algum animal da fauna local. Com o casal de portugas não foi diferente. Estava lá o casalsinho tentando levar um gambá: — Manoel, tens certeza de que não iremos ser presos pela alfândega? — Ora, Maria, claro. Todos fazem isso, por que não nós? Eis que fizeram uma denúncia de contrabando e a alfândega se prontificou a revistar todos, deixando a portuga desesperada: — Manoel, estamos ferados!!! Iremos para a cadeia sem direito a fiança!!! — Calma, Maria, daremos um jeito. — Que jeito, ora…
Numa calçada em Portugal, o menino Juquinha tocava alegremente sua flautinha. O Manuel, que estava puto no palitó na frente do garoto, para e pergunta:
— Oh, meu garoto, quem te deu esta flautinha?
O garoto responde:
— Eu ganhei do Papai Noel. Botei-lhe o sapato na janela e ganhei uma flauta. E o senhor, o que ganhou?
— O cacete — responde Manuel.
Aí o garoto diz:
— Tá vendo, tá vendo? Quem mandou colocar a bunda na janela.
O turco está de férias em Portugal e, depois de quase um mês sem conseguir comer nenhuma portuguesa, fica sem opção e vai até um puteiro da periferia de Lisboa.
Depois de escolher a mulher mais barata do lugar e descarregar os seus fluidos, o turco está se vestindo e escuta a prostituta dizer:
— São déiz escudo! (as prostitutas portuguesas também falam errado)
— Tudo bem — concorda o turco, conformado. — Mas eu quero nota!
— Vamos ver — diz ela, pensativa. — Você é meio fraquinho... Te dou nota 5!
O português chegou ao Brasil e se hospedou em um hotel. Ele pediu para o recepcionista:
— Onde tem um orelhão por aqui?
O recepcionista respondeu:
— Segue o corredor e vira na quinta porta à direita.
Como o português não sabia o que era direita nem esquerda, ele virou à esquerda e entrou num banheiro. Chegando lá, abriu a tampa do vaso, enfiou a cabeça lá dentro e puxou a descarga.
Depois ele voltou todo molhado ao recepcionista, que falou:
— Seu Manuel, o que houve?
Ele respondeu:
— Eu liguei, só que eu acho que está chovendo por lá.
Um certo dia, Manoel avisa para Joaquim que vai ao Brasil e pergunta ao amigo: — Joaquim, você quer que eu lhe traga alguma coisa do Brasil? Joaquim responde: — Sim, eu queria uma caixa de fósforos, pois me falaram que os fósforos do Brasil são muito bons! Depois de um mês de viagem, Manoel volta a Portugal e os dois se encontram no aeroporto, e Manoel falou: — Meu amigo Joaquim, estou de volta! Estão aqui seus fósforos! — Muito obrigado. E cada um foi para sua casa. Chegando em casa, Joaquim foi testar seus fósforos, mas nenhum funcionava. Então…