Cagona.
O cidadão foi à casa do sogro pedir a mão da namorada em casamento.
— O senhor tem recursos para sustentar minha filha? — pergunta-lhe o pai, um bem-sucedido empresário da região.
— Tenho sim, senhor! — ele responde.
— Quanto você ganha por mês?
— Cento e vinte reais.
— O quê? Cento e vinte reais por mês!? O senhor fique sabendo que com esse dinheiro não dá para pagar nem o papel higiênico que minha filha consome.
Com a cabeça baixa, o sujeito vai embora.
— E aí, amor? — pergunta-lhe ansiosa a namorada, já no portão. — Como foi?
— Sai pra lá, sua cagona!!!
