Vendo televisão
O mineiro estava sentado na rede, na varanda da fazenda, assistindo à TV, quando passa outro mineiro a cavalo e diz:
— Firme, cumpadre...
O outro mineiro levantou o chapéu, apontou o dedo para a TV e disse:
— Não... É futeborrr.

O mineiro estava sentado na rede, na varanda da fazenda, assistindo à TV, quando passa outro mineiro a cavalo e diz:
— Firme, cumpadre...
O outro mineiro levantou o chapéu, apontou o dedo para a TV e disse:
— Não... É futeborrr.

Interior de Minas Gerais. A mulher, grávida de oito meses, na porta da cozinha, olhava o tempo e procurava jeito de começar uma prosa com o marido, que descansava numa rede: — Ô bem... cê acredita em Deus? — Ora, se acredito... craro! — Então, se é da vontade de Deus, nesse crima seco da peste e Ele queresse fazê chuvê dirrepente, chuvia? — Uai, muié, si é da vontade de Deus, chuvia na mesma hora... — Si é da vontade de Deus, o dia pudia virar noiti num minutim? — Ora, si é da vontade de Deus, virava sim... pruque não? — Si é da vontade de Deus, seno…
O mineiro chega no buteco e vê anunciado:
Sanduíche de queijo...............2,00 reais
Sanduíche de galinha.............3,00 reais
Punheta.............................10,00 reais
Checa quanto tem na carteira, vai até o balcão e chama uma das três lindas moças que serviam:
— O que deseja? — pergunta ela com um malicioso e convidativo sorriso.
O mineiro pergunta:
— É você que faz as punhetas?
— Sou eu sim — diz ela.
O mineiro então retruca:
— Então você lava bem as mãos que eu quero um sanduíche de queijo!!
O minerim Oclides foi fazer um exame de "próstata". Quando o médico colocou o dedo de uma só vez, ele disse:
— Num tô guentanu não, dotô; vô gritá!
O médico, também mineiro, alertou:
— Eu acho mió não. Caus diquê a recepção tá lotada di pacienti aguardanu e vai ficá feio procê.
E o médico continuou o exame.
— Num tô guentanu, vô tê qui gritá! — disse o minerim novamente.
O médico, impaciente, apelou:
— Grita então!!!
E o minerim:
— ÔÔÔ, TREM BÃO, SÔÔ!!!
Um mineiro vai para a cidade grande procurar trabalho. Sua mãe, preocupada, lhe dá um queijo pra ele comer. Chegando na beira da estrada, ele encontra um caminhoneiro que pergunta ao mineiro:
— Vamos comer esse redondo?
O mineiro responde:
— E quem vai segurar o queijo?
O mineirinho, chegando do interior, logo vai trabalhar numa farmácia. E logo o primeiro cliente que ele atende lhe pede uma escova de dentes. Ele, muito solicito, pega a escova, põe na sacola, entrega ao cliente, cobra e volta-lhe o troco. O cliente sai da farmácia, dá dois passos, dá um espirro e pensa: acho que vou gripar. Entra na farmácia e vai logo dizendo:
— Hei, garoto, agora me dá um apracur.
O mineirinho vira para o cliente e diz:
— Ô moço, dessa aí nóis num tein aqui não, sô, só daquelas di denti mesmo, sô.
Era uma vez uma moita revoltada que encontrou o brocha do seu amigo chamado José Carlos Bibinha da Silva Castro Viadinho Villaça, que queria dar pra alguém... O moita traçou ele pela 50000000000000000000000ª vez e fim.