O apracur
O mineirinho, chegando do interior, logo vai trabalhar numa farmácia. E logo o primeiro cliente que ele atende lhe pede uma escova de dentes. Ele, muito solicito, pega a escova, põe na sacola, entrega ao cliente, cobra e volta-lhe o troco. O cliente sai da farmácia, dá dois passos, dá um espirro e pensa: acho que vou gripar. Entra na farmácia e vai logo dizendo:
— Hei, garoto, agora me dá um apracur.
O mineirinho vira para o cliente e diz:
— Ô moço, dessa aí nóis num tein aqui não, sô, só daquelas di denti mesmo, sô.
