Tô mal de cunhado, né, tchê!
Gaúcho chega em um posto para abastecer sua carreta e logo encontra um amigo que há muito tempo não via.
Logo o frentista e amigo, todo simples, vai perguntando ao gaúcho:
— E aí, cara, tudo bem?
Como era curioso, foi logo perguntando:
— E esta carreta? Está trabalhando para alguém?
O gaúcho, já descontente com aquela curiosidade, vai logo dizendo:
— Esta VOLVO é minha, tchê, é último tipo, comprei e paguei à vista, e tô mal de carreta, não é, tchê?
O frentista novamente pergunta:
— E estas botas?
Então o gaúcho responde:
— É CROCODILO LEGÍTIMO, PAGUEI $1.000 POR CADA PÉ.
E novamente completa:
— Tô mal de botas, não é, tchê?
O frentista vai perguntando e levando ferro, então acaba apelando com o gaúcho e pergunta assim:
— E aquela sua irmã que era uma verdadeira prostituta, fazia de tudo com a molecada e com quem quisesse, como está ela?
O gaúcho então responde:
— Ela foi para o convento, casou-se com Cristo, e eu tô mal de cunhado, não é, tchê?
