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Poesia de um louco

Piada de Loucos

Meia-noite, o sol brilhava no horizonte,
um homem nu com a mão no bolso,
lendo um jornal sem letras,
que tinha uma frase assim:
"Que o surdo ouviu o mudo dizer:
que o cego viu o aleijado correr atrás
de um trem em alta velocidade"

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Mais piadas de Loucos

  1. Podre

    Certa noite, do lado de fora de um hospício, ouvia-se um grito: "Tô podre, socorro, tô podre!". Todos que passavam ficavam chocados com as lamúrias.
    Os enfermeiros, o mais depressa possível, localizaram os gritos, que vinham da solitária.
    Quando entraram na mesma, lá estava um louco, que enfiava o dedo no cú, cheirava e gritava:
    — Tô podre, socorro, estou podre!

  2. Vaca malhada

    Um condutor estava tentando reparar o carro avariado à beira da estrada.
    Foi então que se aproximou uma vaca que lhe disse:
    — A avaria deve ser do carburador!
    Assustado, o homem fugiu e encontrou uma fazenda, onde contou a incrível história a um lavrador. Este perguntou-lhe:
    — Era uma vaca malhada?
    — Era.
    — Ora, não ligue... Ela não percebe nada de mecânica.

  3. O picoler e o suquinho

    Sabe o que o picoler disse para o suquinho?
    — Tu parece um viado, só anda com o cabelo amarrado.
    O suquinho respondeu:
    — E tu, que só anda com um pau no cu...

  4. Dois loucos na pescaria

    Os médicos foram analisar quem dos loucos eles poderiam liberar e avistaram Pedro pescando e o Marcos na frente.
    Um médico olhou para a cara do outro e disse:
    — Coitado, pensa que está pescando, nem rio tem ali.
    O outro médico disse:
    — Mas o que está na frente, sentado, está bom, ele está quietinho, vamos liberar ele.

    Chegando perto, ele ouve o Pedro falando:
    — Não estou pegando mais nada aqui.
    E o Marcos disse:
    — Então vamos mais pra frente.
    E faz movimento com o braço como se estivesse remando um barco.

  5. Na porta do céu

    Na porta do céu, São Pedro está atendendo os recém-mortos:
    — Nome?
    — João da Silva.
    — Morreu de quê?
    — Tuberculose!
    — Prove!
    O sujeito lascou uma catarrrada no chão celestial.
    — OK! Pode entrar! Próximo!
    — José da Silva.
    — Morreu de quê?
    — Lepra!
    — Prove!
    O sujeito balançou a cabeça e uma de suas orelhas caiu no chão celestial.
    — OK! Pode entrar! Próximo!
    — João José da Silva.
    — Morreu de quê?
    — De fome!
    — Prove!
    O sujeito pegou a orelha do chão celestial, lambuzou-a no catarro e comeu tudinho...

  6. O para-anormal

    O pai foi ao quarto do filho para dar boa noite e viu o garoto tendo um pesadelo. Acordou o menino e perguntou se estava tudo bem. — Sonhei que a tia Suzana morreu... O pai jurou que ela estava muito bem e fez o filho dormir de novo. No dia seguinte, tia Suzana morreu. Algumas noites depois, voltou ao quarto do garoto, e ele estava tendo outro pesadelo. Sonhou que o vovô havia morrido. Na manhã seguinte, adeus, vovô. Os dotes paranormais da criança eram motivo cada vez mais de preocupação quando ele disse que havia sonhado com a morte do papai. O cara…

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