O picoler e o suquinho
Sabe o que o picoler disse para o suquinho?
— Tu parece um viado, só anda com o cabelo amarrado.
O suquinho respondeu:
— E tu, que só anda com um pau no cu...

Sabe o que o picoler disse para o suquinho?
— Tu parece um viado, só anda com o cabelo amarrado.
O suquinho respondeu:
— E tu, que só anda com um pau no cu...

Os médicos foram analisar quem dos loucos eles poderiam liberar e avistaram Pedro pescando e o Marcos na frente.
Um médico olhou para a cara do outro e disse:
— Coitado, pensa que está pescando, nem rio tem ali.
O outro médico disse:
— Mas o que está na frente, sentado, está bom, ele está quietinho, vamos liberar ele.
Chegando perto, ele ouve o Pedro falando:
— Não estou pegando mais nada aqui.
E o Marcos disse:
— Então vamos mais pra frente.
E faz movimento com o braço como se estivesse remando um barco.
Na porta do céu, São Pedro está atendendo os recém-mortos:
— Nome?
— João da Silva.
— Morreu de quê?
— Tuberculose!
— Prove!
O sujeito lascou uma catarrrada no chão celestial.
— OK! Pode entrar! Próximo!
— José da Silva.
— Morreu de quê?
— Lepra!
— Prove!
O sujeito balançou a cabeça e uma de suas orelhas caiu no chão celestial.
— OK! Pode entrar! Próximo!
— João José da Silva.
— Morreu de quê?
— De fome!
— Prove!
O sujeito pegou a orelha do chão celestial, lambuzou-a no catarro e comeu tudinho...
O pai foi ao quarto do filho para dar boa noite e viu o garoto tendo um pesadelo. Acordou o menino e perguntou se estava tudo bem. — Sonhei que a tia Suzana morreu... O pai jurou que ela estava muito bem e fez o filho dormir de novo. No dia seguinte, tia Suzana morreu. Algumas noites depois, voltou ao quarto do garoto, e ele estava tendo outro pesadelo. Sonhou que o vovô havia morrido. Na manhã seguinte, adeus, vovô. Os dotes paranormais da criança eram motivo cada vez mais de preocupação quando ele disse que havia sonhado com a morte do papai. O cara…
O doido, no hospício, estava escrevendo uma carta. Seu médico viu o endereço e observou o destinatário, e era para quem estava escrevendo a carta.
— O que está escrevendo? — perguntou o médico.
— Como irei saber se ainda nem recebi?
Detetive sempre encontra um bom motivo para manifestar o seu lado criativo. Quando não está complicando a vida de alguém, bisbilhotando aqui e acolá, está descobrindo fatos pitorescos. É o caso do José Valdeci Teixeira da Silva, detetive particular e homem espirituoso. Xeretando por aí, o impoluto Valdeci Teixeira encontrou, e me passou com mil recomendações, a missiva que vai abaixo transcrita, e que foi achada no bolso de um infeliz suicida. Realmente, é pro cara morrer doido varrido, depois de passar pelo que passou a tal vítima (vamos chamá-la de…
No hospício, o médico psiquiatra resolve fazer um teste para constatar se realmente os internados eram loucos, ou se tinha algum deles que já tivesse condição de receber alta médica. Então desenhou uma porta na parede, reuniu todos os loucos e disse: — Pessoal, a porta do hospício está aberta, quem quiser fugir não perca tempo. Foi aquela correria geral, todos querendo chegar o mais rápido possível até a porta. Foi aí que o médico notou que tinha um louco que ficou parado num canto só observando o tumulto. O médico fala para o seu assistente: — Veja…