O negão e a freira!
O negão estava lá no final do corredor do ônibus. E no meio do corredor do ônibus tinha uma freira, e o negão já estava quase para descer, veio andando pelo corredor e esbarrou na freira (encostou nela). E no meio de todo mundo que estava dentro do ônibus, a freira começou a xingar o negão de tudo que era nome, e o negão pedindo desculpas:
— Desculpas, desculpas, irmã, foi sem querer.
E a freira dizendo:
— Foi sem querer nada, você fez de propósito, safado, sem-vergonha!
E continuou xingando o coitado, e ele, todo envergonhado, baixou a cabeça e foi saindo. O motorista do ônibus, vendo toda aquela cena, chamou o negão e falou para ele:
— Negão, não liga não, porque esta freira aí é a maior puta do convento. Todo dia, quando é seis horas da tarde, ela vai lá no muro do convento que fica do lado da igreja, tem um buraco no muro e ela encosta a bunda no buraco, e o padre do lado de cá sobe a batina e passa a vara na freira. Pode ir lá que você vai ver, só se é mentira o que eu tô te falando.
O negão falou:
— Motorista, obrigado, e eu vou mesmo, ela vai pagar a vergonha que passei.
E no outro dia o negão foi mesmo ver se era verdade o que o motorista tinha falado. Deu seis horas da tarde, o negão olhou e lá estava a bunda rebolando no buraquinho. Ah, na hora o negão falou:
— Agora é minha vez.
Baixou as calças e pau na bunda que estava do outro lado. Na hora que ele acabou de fazer o serviço, ele falou:
— A freira sem-vergonha, aqui não é o padre não!
E do outro lado respondeu:
— Aqui também não é o padre, é o motorista do ônibus!
