O cabaço
Um casal de namorados já estava junto havia seis anos e nada da moça liberar para o rapaz, pois dizia a ele que era virgem.
Certo tempo depois, a moça falou em se casar; o rapaz concordou, mas com uma condição: que ela fosse realmente virgem.
A moça ficou desesperada, pois já havia dado umas e outras, mas amava o rapaz e queria se casar. Foi aí que recorreu aos saberes de sua mãe:
— Minha mãe, meu namorado falou que, para casar com ele, tenho que ser virgem e eu não sou mais. O que eu faço?
— Minha filha, não esquente a cabeça. Vai no mercado e compra duas bombinhas, coloca na buceta na hora de dar para ele. Quando estourar, ele vai achar que é seu cabaço.
A moça foi ao mercado e não encontrou bombinhas, só rojões. Comprou e foi feliz para casa.
Na noite do casório, antes do fato ser consumado, ela pediu licença ao esposo e foi ao banheiro acender os rojões. Voltou toda eufórica para a cama.
O noivo, numa seca desgraçada, pegou e mandou bala. De repente:
— Bow, bow...
E o rapaz começa a apalpar na cama para lá e para cá, e a moça fala:
— Não se preocupe, meu bem, foi o meu cabaço que estourou!
E ele responde:
— Vai tomar no teu cú com esse cabaço, eu tô é procurando minhas batatas que sumiram.
