Médico de interior
Um médico recém-formado foi trabalhar numa cidade no interior de Minas, aquelas cidades tradicionais onde as moças nem saem nas ruas após 6 horas da tarde.
Sempre muito empenhado no seu trabalho, durante vários meses, quando sentiu vontade de enforcar o ganso, né... Afinal, médico também é de carne e osso...
Então saiu pela cidade à procura de algum programa, mas, infelizmente, nada encontrou... Já desanimado, retornando para seu hospital, encontrou um grupo de jovens... Então resolveu perguntar como eles resolviam o problema...
Logo no ato responderam:
— Ora, Dr., nós vamos ali naquela baixadinha, na beira do rio, e lá temos uma mulinha...
Mas nem bem terminou de falar, o Dr. saiu dali indignado, afinal ele tem um caráter a preservar, jamais usaria uma mulinha para satisfazer seus desejos sexuais...
Mas o tempo foi passando... passando... e a química aumentando, quando ele resolveu conhecer aquela mulinha muito solicitada. Mas, lá chegando na baixadinha na beira do rio, já era noitinha, lá pôde visualizar uma enorme fila da moçada da cidade... E lá embaixo, na beira do rio, estava aquela mulinha... Logo foi notado por todos que estavam na fila, e mais que rapidamente ofereceram a vez para o Dr., dizendo:
— Vamos, Dr... Vamos, Dr... Nós não temos a noite toda. Passa na frente... Afinal, o Sr. é Dr., né...
Mais do que rapidamente o Dr. pensou:
Bom, já que estou aqui, não custa experimentar... Rapidamente desceu a barranca, sob o olhar de todos, chegou na mulinha, tirou as calças e partiu para os finais... Terminando, simplesmente chacoalhou e guardou...
Quando subia a ribanceira para ir embora e agradecer a todos pela vez, o pessoal exclamou:
— Puxa, Dr.! Você estava atrasado mesmo... hein!
A mulinha não é para se comer, e sim para atravessar o rio para ir até a casa das meninas, naquela luzinha vermelha do outro lado do rio...
