Maria e o cachorro-quente
Um dia, João e Maria foram comer cachorro-quente. Chegando lá, João perguntou:
— Queres ervilhas?
— Sim.
— Queres milho?
— Sim.
— Queres catchup?
— Não, quero que me comas.

Um dia, João e Maria foram comer cachorro-quente. Chegando lá, João perguntou:
— Queres ervilhas?
— Sim.
— Queres milho?
— Sim.
— Queres catchup?
— Não, quero que me comas.

Um dia, Maria e Manuel chegaram recém-casados na casa nova, e já foram logo pra lua de mel.
Chegaram no quarto entusiasmados, e logo tiraram a roupa e caíram um por cima do outro na cama.
Maria, empolgada, disse:
— Manuel, me matas com esse negócio de mijar!
Manuel pegou o pinico e...
ppppppppooooooooooooooooo na Maria!
Num final de semana o Manuel convidou seu filho para pescar.
E lá fora o Manuel e o filho pescaram.
Quando chegaram, o filho do Manuel estava com o rosto inchado, quando sua mãe perguntou:
— Mas filho, o que houve?
— Foi um marimbondo que te picou.
E ele responde:
— Não, deu tempo não, mamãe, papai matou com o remo.
A mulher do português manda ele ir comprar veneno para matar rato, ele vai ao mercado e compra. Chegando em casa ele dá o veneno a Maria e ela fala:
— Manoel, eu mandei você comprar veneno pra matar ratos, não para trazer chá.
Manoel responde:
— Mas na embalagem estava escrito chá MATE-LEÃO, por que que não vai matar ratos?
Estava Maria Madalena prestes a ser apedrejada quando veio Jesus e interveio a seu favor:
— Quem nunca tiver errado, que atire a primeira pedra!
Um português que estava próximo dali, ao ouvir as palavras de Jesus, pegou o primeiro tijolo que estava em sua frente e arremessou bem no meio da testa de Maria Madalena.
Jesus, se aproximando do português, perguntou:
— Meu filho, você nunca errou na sua vida?
O português respondeu cheio de si:
— Ora, pois, desta distância daqui, não!
Joaquim e Manoel estavam caminhando na praia, batendo papo, quando Joaquim interrompe e, apontando para frente, diz:
— Manoel! Olha a tua mulher ali com outro!
E Manoel:
— Não, Joaquim! É o mesmo.
Foi quando chegou o amigo de Manuel e o convidou:
— Ó gajo, estou a lhe convidar para a festa de quinze anos de minha filha.
— Está bem, patrício. Eu irei. Mas ficarei no máximo uns dois anos...