Gorila
O homem acorda, olha pela janela e vê um gorila na sua árvore. Espantado, pega a lista telefônica e encontra: detetizadores de gorilas. Então ele liga.

O homem acorda, olha pela janela e vê um gorila na sua árvore. Espantado, pega a lista telefônica e encontra: detetizadores de gorilas. Então ele liga.

Todos os dias Joãozinho chegava na padaria e perguntava:
— Tem picolé de abóbora?
E assim durou muitos dias.
Até que um dia o dono da padaria ficou bravo e resolveu fazer 5 picolés para Joãozinho.
No outro dia chega Joãozinho e pergunta:
— Tem picolé de abóbora?
— Tem — responde o dono.
— EEECCCAAA, PICOLE DE ABÓBORA QUE NOJEIRA, COMO EXISTE UMA COISA DESSAS, QUE PORQUERIA.
O dia D... Ele a todo tempo fixava seu olhar em mim. Em seus olhos era nítida sua vontade de me ter em suas mãos. A todo momento voltava seus olhos na minha direção e, sem pestanejar, percorria meu corpo querendo pegar um deslize qualquer; por menor que fosse, um já seria o suficiente para me jogar contra a parede e fazer o que tivesse vontade. Mas decidi não dar chance para o acaso e me manter íntegra de qualquer forma; custe o que custar, não deixaria ele me vencer. Por fim, peguei aquela folha de papel que se encontrava em minhas mãos a tremular…
"Depois da tempestade de a ambulância"
Estava o menino rico com sua mãe e o menino pobre com a sua também. Até que a mulher rica diz:
— Meu filho é muito inteligente! Quer ver? Filho, arrota!
O menino solta aquele arrotão!!! E a mãe:
— Agora disfarça!
No mesmo momento o menino começa a assobiar.
Vendo a cena, a mãe pobre diz:
— Meu fio tumbém é intiligenti, qué vê? Fio, A ROTA!
O menino, no ato, suspende as mãos p/ cima. Ao que a mãe diz:
— Agora disfarça!
E o menino, ainda com as mãos suspesas, começa a sacudi-las de um çado para o outro, gritando:
— Timão eôôôô! Timão eôôô!
Qual é o nome que se dá para uma pulga da cabeça de um careca?
Resposta: Sem teto.
Uma freirinha, fim de tarde, tenta relaxar e coloca um colchão no chão do lado de uma mesa. Quando começa a escurecer, ela olha para o lado da mesa e vê, por debaixo dela, as pernas de um homem. Fica apavorada, mas não hesita, mete a mão no saco do homem e começa a gritar:
— Quem tá aí? Diga quem tá aí?
Aperta com muita força o saco do cara e não para de perguntar:
— Se não disser quem é, eu não paro de apertar.
Depois de um silêncio sepulcral, o homem grita com a voz muito baixa e com muita dor:
— É Toinho, o mudinho...