Fusca 66
Vinha o Sr. Antônio em uma estrada meio deserta com seu fusquinha 66, acelerando até o talo, quando, menos espera, o fusquinha dá uma pane, para de funcionar. Muito irritado, mas sem muito o que fazer, ele resolve esperar alguém passar para pedir ajuda.
Quando menos espera, passa um Porsche. Ele não esperava, mas o dono do Porsche gentilmente lhe oferece uma ajuda.
— Pô, o que aconteceu?
Antônio lhe explica o que acontecera.
— Vamos fazer o seguinte: tens aí uma corda ou algo para que possa rebocá-lo?
— Tenho sim.
— Então amarra aí, mas tem um problema: eu posso esquecer que estou te rebocando. Se por acaso você achar que estou correndo muito, você fica piscando o farol que aí eu diminuo a velocidade.
Beleza, estava tudo indo bem, 40 km/h, 60 km/h, tudo mil maravilhas. Quando, sem mais nem menos, aparece uma Ferrari, encosta do lado do Porsche e lhe intima para um racha (pega). O dono do Porsche não pensa duas vezes e começa a acelerar. 120 km/h, 160 km/h, 195 km/h, 230 km/h, e passam por um policial que estava com um radar montado. 232 km registrou o radar. O policial logo passa um rádio para um comando que estava a alguns km à frente.
— Atenção, comando, acabo de ver uma coisa inacreditável: um Porsche e uma Ferrari tirando racha a mais de 230 km/h. Pode parar eles aí.
— É, e o que você viu de inacreditável nisso?
— Tinha um fusquinha colado neles, dando farol que nem louco, querendo ultrapassá-los.
