Fudelânça
Em domingo de sol, em pleno Maracanã, um americano, um português e um brasileiro disputavam um campeonato para saber quem era o maior fuderdor do mundo.
E a coisa era séria: mais de 90 mil ingressos vendidos, a casa estava realmente cheia, transmissão pela TV e tudo.
E é quando Galvão Bueno diz:
— Bem, amigos da Rede Globo, voltamos em definitivo para acompanharmos mais uma edição deste que já se tornou um grande campeonato mundial, e vamos apresentar os participantes:
Primeiro entrou o americano Long Dong. Quando ele baixou as calças e mostrou a ferramenta, a galera foi à loucura (25 cm). Eram gritos e aplausos por todos os lados do estádio.
O segundo a entrar foi o português Manoel. Quando ele baixou as calças e mostrou a ferramenta, a galera foi à loucura (35 cm). Eram gritos e aplausos por todos os lados do estádio.
Finalmente entrou o representante canarinho, o paraibano José, 1,60 de altura. Quando ele baixou as calças e mostrou a ferramenta, não conteve o riso: foram vaias e mais vaias por todos os lados, afinal a ferramenta de José era muito pequena (15 cm) se comparada com as dos demais competidores.
Depois da "escalação das equipes", Galvão começa a transmissão:
— Bem, amigos, e o primeiro vai ser o americano.
— E começou: Long Dong fudeu uma, duas... dez... vinteeeeeeeeeeeeeee, é Falcão, acho que ele foi muito bem...
— E agora é a vez de Manoel. Lá vai Manoel: fudeu uma, duas... cinco... vinte... trinta... quarentaaaaaaaaa, impressionante, Falcão, acho que ele é quem vai ser o campeão...
— E agora nosso representante. Lá vai José: fudeu uma, duas... dez... vinte... trinta... cinquenta... sessenta, meteu o dedo no cu da velha, porra, vai fuder assim na casa do caralho, mais trinta, opa, opa, vai pra, vai pra...
