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Fábrica de fazer gente

Piada de Outras

Em uma cidade da Bahia existia uma rua que tinha um cabaré, e os vizinhos achavam uma coisa muito ridícula, reclamavam direto: que imoralidade, tem crianças, jovens, todos crianças criadas na igreja. Uma delas perguntou ao pai:
— Pai, o que é que tem naquela casa?
E o pai daqueles religiosos não disse a verdade ao filho, e disse que era uma fábrica de fazer gente, e proibiu o filho de ir lá, e disse que se ele fosse lá podia ser pego e podia ser preso pelos homens de lá. Mas todo menino é curioso, ficou naquela curiosidade e acabou indo lá, e olhando pela janelinha viu aquela gemedeira, aqueles gritos. De repente se assustou e foi embora, bem assustado com a cena que viu. Nisso ele, meio desconfiado, o pai lhe pergunta:
— Por que está desconfiado?
E o filho, sem querer dizer, e ele perguntou de novo:
— Por que está desconfiado?
Aí o filho, nervoso, disse:
— Pai, eu fui na fábrica de fazer gente.
E o pai, nervoso:
— Meu filho, eu disse a você que você não podia ir lá, mas o que foi que você viu?
Ele disse:
— Pai, eu vi um homem fazendo uma mulher, ela estava quase pronta, o homem só estava terminando de furar o cu dela.

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Mais piadas de Outras

  1. O piolho

    O brasileiro, o português e o espanhol estavam disputando quem tinha mais pentelho. Foi lá o português, abaixou as calças e todo mundo bateu palmas e gritou:

    — Eeeeeeeee!

    Foi o espanhol, abaixou as calças e tinha mais pentelho que o português e todo mundo:

    — Eeeeeeee! Mais forte!

    E foi o brasileiro:

    — E agora eu não tenho pentelho.

    Foi aí que ele teve uma ideia: ele viu uma ratazana no chão, pegou a ratazana e botou dentro das calças. Na hora de abaixar as calças, ele tirou a ratazana e disse:

    — Isso é só o piolho.

  2. Que é

    Um cara vinha no seu carro e daí o guarda para ele e pergunta: — Cadê a carteira de motorista? E o cara pega a carteira e não acha. — Seu guarda, eu tava pegando as coisas e ela deve ter caído. — Mas eu lhe digo, eu tenho que ganhar um dinheiro extra. — Não, po... como eu sou um policial corrupto, eu vou lhe dar uma chance. Tá vendo aqueles dois varois ali? O que é? — É um carro. — Isso eu sei, mas eu quero saber se é um Palio, um Gol... — Pô, seu guarda, assim é muito difícil. — Tá certo, outra chance. Tá vendo aquele um faro só? O que é? — É uma…

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  3. Pé e pinto

    O pé e o pinto estavam conversando.
    O pé disse:
    — Pô, pinto! Sua vida que é boa, fica aí nas cuequinhas de algodão, na boa... Minha vida que é dura, tenho que aguentar esses tênis quente e apertado o dia todo, fico todo fedido!
    O pinto respondeu:
    — Que nada, pé, pior sou eu. Tem vezes que eu começo a ficar grande e grosso, aí me enfiam num buraco escuro, começam a me bater num botãozinho, aí eu vou ficando tonto, com dor de cabeça e vomito!!

  4. Mais uma de palmeirense

    O presidente do Palmeiras reuniu as torcidas organizadas a fim de melhorar a renda no estádio. Fez a seguinte proposta:

    — Quem vier assistir ao jogo do Palmeiras com a camiseta do time ganha uma bola.
    — Quem vier com a camiseta e o calção ganha uma bola e a entrada é franca.

    Nisso, alguém pergunta:

    — E quem vier com camiseta, calção, meias e chuteira?

    O presidente responde:

    — Aí joga o segundo tempo.

  5. Piloto de avião

    Era uma vez um garoto que queria ser piloto de avião.
    Um dia ele ouviu a mãe no telefone dizendo: "Porra!". Aí ele perguntou:
    — Mãe, o que é porra?
    — É senta, filho.
    — Merda, mãe, o que é merda?
    — É decolar, filho.
    — Viado, mãe, o que é viado?
    — É aperta, filho.
    Quando ele cresceu, ele estava num avião e disse:
    — Senhoras e senhores, sentem na porra, apertem o viado que a merda vai decolar.

  6. Cuéca do índio

    Thusco no Moto, índio muito famoso, vai até lojas de roupas comprar uma cuéca:

    — Índio quer cuéca forte...

    A balconista toma-lhe em mão uma cuéca bem vagabunda.

    Em menos de uma hora o índio chega desiludido com a cuéca rasgada na mão:

    — Índio forte, cuéca fraca... Índio peidô, cuéca rasgô.

    A balconista, boquiaberta, dá ao índio uma cuéca boa.

    Em menos de uma hora lá vinha o índio com a cuéca rasgada em mãos:

    — Índio forte, cuéca fraca... Índio peidô, cuéca rasgô.

    A balconista dá uma especial de ferro.

    Em menos de meia hora o índio aparece todo esgaçado e, nervoso, fala:

    — Índio fraco, cuéca forte... Índio peidô, cú rasgô...