Empregados
Joãozinho pergunta pra mãe se coração tem pernas.
A mãe responde:
— Não, meu filho, por quê?
Ele diz:
— Porque ontem à noite eu ouvi o papai falar: "Abre as pernas, coração".

Joãozinho pergunta pra mãe se coração tem pernas.
A mãe responde:
— Não, meu filho, por quê?
Ele diz:
— Porque ontem à noite eu ouvi o papai falar: "Abre as pernas, coração".

Dona Solange estava "fula" com a nova empregada:
— Você é muito relaxada, Berenice. Olha a poeira desses móveis... parecem ter mais de dois meses.
E a empregada responde:
— Ah, patroa, tá na cara que a culpa não é minha, eu tô aqui faz só um mês.
O patrão comprou uma ração nova para os bois.
No 1º dia, o patrão pergunta para o empregado:
— Eles comeram?
— Não, senhor.
No 2º dia, o patrão pergunta para o empregado:
— Eles comeram?
— Não, senhor.
Aí, no 3º dia, o patrão diz:
— Não pode ser, como é que eles não comem? Será que a ração é de péssima qualidade...
Aí, o empregado responde:
— Ô patrão, muito simples, eu não dô comida pra eles...
Qual é o cúmulo do cúmulo?
Resposta: é o mudo falar para o surdo que o cego viu o aleijadinho andando de bicicleta.
Um matemático, um contador e um economista se candidataram para o mesmo emprego.
O entrevistador chamou o matemático e perguntou: "Quanto é 2 + 2?". O matemático respondeu: "Quatro". "Mas quatro exatamente?", indagou o entrevistador. O matemático olhou surpreso para o entrevistador e disse: "Sim, quatro, exatamente."
O cara era esculachado todos os dias no emprego. Um dia, se cortou de tão nervoso com aquela implicância toda do chefe, cortou o dedo. Foi no médico, o qual mandou colocar bastante quenturas para que curasse aquele pustema (inflamação) — o machucado saía pus igual água em cachoeira. No dia seguinte, o chefe pediu ao empregado ferido que fizesse uma sopa bem quentinha para ele. O cara nem pensou duas vezes, mas falou: — Agora eu pego esse cara! Lá de longe vinha Antenor com um prato imenso de sopa na mão. Quando se aproximou do chefe, falou: — Prontinha…
O patrão chama a sua empregada, essa meio burra, e diz:
— Maria, vai lá no armazém e me traga uma garrafa de coca.
Com pouco tempo depois a Maria volta sem garrafa alguma. Então o patrão, duvidoso, diz:
— Ô Maria, cadê a garrafa de coca?
— Tem nenhuma não, patrão.
— Como não, se tava cheio de garrafa lá? Diz ele.
Então ela, com calma, responde:
— Bom, patrão, lá tinha muita garrafa de pé e deitada, mas de coca, nenhuma.