Como analisar as mulheres de um homem do ponto de vista da c
Brahma: Esposa, a nº 1.
Skol: Amante, desce redondo.
Antarctica: Filhos, só dá dor de cabeça.
Bavaria: Amigos.
Schincariol: A sogra, ninguém quer. Nem de graça.

Brahma: Esposa, a nº 1.
Skol: Amante, desce redondo.
Antarctica: Filhos, só dá dor de cabeça.
Bavaria: Amigos.
Schincariol: A sogra, ninguém quer. Nem de graça.

Dois amigos se encontram depois de muitos anos. Um deles pergunta:
— Como vai seu irmão?
— Ele está no hospital.
— Lamento. O que lhe aconteceu?
— Nada. Ele é médico.
Um senhor, antes que morresse, falou:
— Filho, antes de morrer quero que aprenda a mexer na minha máquina de salsicha.
O pai do menino pega um burro, coloca na máquina e sai uma salsicha.
— Entendeu, filho?
— Não.
O pai coloca outro burro e sai outra salsicha.
— Entendeu, meu filho?
— Ainda não.
E depois de várias vezes:
— Pai, agora eu entendi, mas pai, qual é a máquina que coloca uma salsicha e sai um burro?
O pai responde:
— Sua mãe.
Tarde no circo. Era chegada a hora do número do domador. Todos olhavam atenta e apreensivamente o espetáculo, quando o leão, aborrecidíssimo, escapa da jaula e parte para cima da multidão. O corre-corre era geral. No meio da multidão, um pobre aleijadinho agitava nervosamente as muletas, esgueirando-se atrás da multidão. Alguns, mais desesperados, gritavam: — Olha o aleijadinho!!!! — Olha o aleijadinho!!!! E o aleijadinho, cada vez ia ficando mais distante e impossibilitado para acompanhar a multidão e o leão vindo em sua direção... Mais e mais pessoas…
Qual a coisa que se quebra só em pronunciar-lhe o nome?
Resposta: O silêncio.
Um freguês chega num restaurante e pede uma sopa. O garçom atende prontamente seu pedido e sai. Em seguida, o freguês chama o garçom novamente e diz:
— Cara, olha aqui, tem uma barata na minha sopa.
O garçom, na maior cara de pau, diz:
— Senhor, não é uma barata e sim um desenho no fundo do prato.
O freguês, irado, grita:
— Rapaz, como você é cínico, não tá vendo que tá se mexendo?
O garçom responde:
— É que é um desenho animado.
Em uma certa data na Grécia Antiga, havia um palco onde artistas se apresentavam. Um dia, um menino esperou saírem todos os artistas, então subiu e falou:
— O que que eu tenho na mão? Quem acertar ganha uma moeda.
Então gritavam:
— Moeda!
— Unha!
— Dedo!
— Pele!
— Bala!
— Ar!
— Nada!
Então um homem subiu e olhou: ei, ele não tem nada na mão.
E o menino disse:
— Tenho sim.
E o que é?
— Palalisia.