Coisa que se quebra
Qual a coisa que se quebra só em pronunciar-lhe o nome?
Resposta: O silêncio.

Qual a coisa que se quebra só em pronunciar-lhe o nome?
Resposta: O silêncio.

Um freguês chega num restaurante e pede uma sopa. O garçom atende prontamente seu pedido e sai. Em seguida, o freguês chama o garçom novamente e diz:
— Cara, olha aqui, tem uma barata na minha sopa.
O garçom, na maior cara de pau, diz:
— Senhor, não é uma barata e sim um desenho no fundo do prato.
O freguês, irado, grita:
— Rapaz, como você é cínico, não tá vendo que tá se mexendo?
O garçom responde:
— É que é um desenho animado.
Em uma certa data na Grécia Antiga, havia um palco onde artistas se apresentavam. Um dia, um menino esperou saírem todos os artistas, então subiu e falou:
— O que que eu tenho na mão? Quem acertar ganha uma moeda.
Então gritavam:
— Moeda!
— Unha!
— Dedo!
— Pele!
— Bala!
— Ar!
— Nada!
Então um homem subiu e olhou: ei, ele não tem nada na mão.
E o menino disse:
— Tenho sim.
E o que é?
— Palalisia.
Seu Aristeu Cruz, funcionário do Serviço de Controle de Pestes, não estava entendendo por que aquele camarada que lhe telefonava insistentemente lhe fazia um pedido tão insólito:
— Mas por que o senhor quer 50 ratos? É alguma experiência científica? Alguma pesquisa? O senhor é cientista?
O sujeito do outro lado da linha respondeu:
— Não, meu amigo. O negócio é o seguinte: eu fui despejado e o filho da puta do dono da casa exigiu que eu lhe entregasse o imóvel do mesmo jeito que encontrei!
Era uma vez um homem que tinha uma paixão terrível por feijões cozidos. Ele os adorava, mas eles provocavam "muitos gases", criando uma situação um pouco embaraçosa para o homem. Um dia, ele conheceu uma garota e se apaixonou. Quando estava aparente que eles iriam casar, ele pensou: — Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar deste jeito. Então ele fez o supremo sacrifício e largou os feijões. Pouco depois eles se casaram. Alguns meses depois, no caminho de volta para casa, o carro dele quebrou e, como eles viviam fora da cidade, ele telefonou para…
Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei: — Por que a colher? —…
Qual o melô da múmia?
R: Eu nasci há dez mil anos atrás...