Cidade grande
O caipira chega na cidade grande, paga um ônibus e percorre a cidade inteira até chegar no ponto final. O motorista, curioso, pergunta:
— Pra onde você vai?
— Sê ocê num sabe, cumo vô saber.

O caipira chega na cidade grande, paga um ônibus e percorre a cidade inteira até chegar no ponto final. O motorista, curioso, pergunta:
— Pra onde você vai?
— Sê ocê num sabe, cumo vô saber.

Um playboy malandro se interessou em comprar o jegue de um caipira, e foi para a negociação:
— Bom dia, seu moço, quanto quer pelo jegue?
— Quero R$ 150,00. É um bom jegue: forte e esperto.
O playboy pensou e fez uma proposta:
— Dou R$ 100,00 à vista no pau!
— Não, obrigado, só vendo o jegue inteiro — respondeu o caipira.
Um caipira recém-chegado do interior veio para a cidade tomar conta de uma fazenda. No meio do serviço, avistou umas luzes fortes e, com um barulho diferente, "ki-si-fú, ki-si-fú, ki-si-fú"... e disse: — Ô coisa linda!! Levou 3 meses no hospital, sentindo as dores mais horríveis, quando o patrão chegou e disse: — Irresponsável, matou 7 vacas e 12 bois meus. E o caipira responde: — O senhor teve foi sorte, que veio de comprido; se viesse atravessado tinha matado era tudo. O caipira, saindo para comprar uns remédios, entra numa loja, quando vê um…
Uma vez, o caipira chegou na Av. Paulista e pegou um táxi.
Como o táxi era uma Mercedes, ele perguntou ao motorista:
— Ô moço, o que é aquela estrelinha ali na frente?
E o motorista respondeu:
— Aquilo é uma mira para pegar pedestre. Tá vendo aquele cara lá na frente? Vou passar por cima dele!
Então o motorista acelerou, e quando ele chegou perto do pedestre, ele desviou.
Foi então que ele ouviu um barulhão e perguntou ao caipira:
— O que foi isso?
E o caipira respondeu:
— Uai, sô, ocê errou a mira, mas eu abri a porta!
O caipira chega à estação e pergunta:
— Já passô o trem das 11:15?
— Já!
— E o trem que vai para São Paulo?
— Fale logo: qual é o trem que você quer pegar?
— Não quero pegá trem nenhun, só quero atravessar a linha!
O fiscal do Ibama foi atender a uma denúncia anônima lá nos grotões de Minas, onde só se chegava a pé. Depois de meio dia de caminhada e chegando lá, se deparou com o denunciado, um matutu dos mais rústicos já vistos, fumando um cigarrim de palha. Aí cumprimentou: — Bom senhor... — Dia. — O nome do senhor é... — Inzé. E o que é que ocê qué? — É só uma pesquisa. Soube que o senhor tem dado uns tiros por aqui? — É, tem sim, só uns tirim. — Soube que o senhor tem matado uns passarinho. — É, tem sim. — Muitos? — Uns piriquitim, uns gavionzim, umas…
Dois caipiras vinham da vila de madrugada, de volta pra casa, bêbados até não querer mais. Por aquela estrada de terra, um escuro danado, mal dava pra ver o caminho só pelo claro das estrelas. Vinham cambetiando e andando em zigue-zague até que chegaram ao final de uma subida e avistaram na paisagem escura uma luzinha lá na frente, e um deles disse: — Zé, óia, luz acesa inté de madrugada, deve di sê argum niversário, né não? O outro respondeu: — Hum hum! Acho não, Tião, pra sê inté estas hora, discunfio qui é casamento. — Sendo casamento ou não, cum…