Bêbado e gago
O bêbado chegou para o gago e disse:
— Gago, você gosta de fofoca?
O gago respondeu:
— N-não, eu pre-prefiro pin-pinguim.

O bêbado chegou para o gago e disse:
— Gago, você gosta de fofoca?
O gago respondeu:
— N-não, eu pre-prefiro pin-pinguim.

Certo dia, o gaguinho e seu amigo, morrendo de fome, resolveram pular na casa de seu vizinho para roubar um pato para assar.
Chegando ao lado do muro, o rapaz fez apoio para o gaguinho poder pular, só que o amigo jogou o gaguinho por cima do muro e ele caiu em cima de um pato, que fez QUÁ QUÁ.
E o amigo, do outro lado do muro, responde:
— Quá qué um, eu tô com fome mesmo.
O gago, do lado de fora, estava guiando o motorista:
— Vem, vem, vem, vem ver a merda que tu fez!!!!!!!!!!!!
Em uma empresa, certo dia chegou um gago e perguntou se poderia trabalhar para eles. O dono da empresa foi logo respondendo: — Sem condições, com essa gagueira toda, você não vai vender nada... Nisso o gago responde: — Pode apostar que eu vou ser o vendedor que mais vou vender nesta empresa. O dono, pouco confiante, colocou o gago para vender Bíblias... Três meses depois, o gago era o vendedor que mais vendia em toda a empresa... O dono, espantado com a surpresa, certo dia vai ao gago e pergunta: — Mas como o senhor faz para vender tanta Bíblia batendo…
Jéssica queria participar de sua formatura de final de ano. Sua mãe, porém, não queria, pois a menina tinha problema de mau hálito. De tanto insistir, a mãe deixou. Chegando na festa, Jéssica estava dançando quando, de repente, um gago chega e diz: — Vamo ança. Ela (com a boca fechada): — Um, um! O gago repete: — Vamo ançaaaaaaaaaaa. De tanto insistir, ela aceita. Ele pergunta a ela: — Ual é eu ome. Ela balança a cabeça (um, um). Ele novamente pergunta: — Qual é eu ome. Ela fala bem baixinho: — Jéssicaaaaaaaa. Ele completa: — Ummmmmmmmmmmm, se eido…
Todos os dias o gago chega no bar do Manoel e fala:
— Mamanoel, me dádá uma uma cercervevja!
Cansado, Manoel fala:
— Olha, seu gago idiota, quando você chegar aqui sem gaguejar, eu te dou cerveja de graça durante a semana toda.
O gago treinou a semana toda. Quando chegou no bar, disse:
— O Manoel, me dá uma cerveja.
— Antártica ou Skol?
— E, agogora fufu....
Era uma vez um gago que só ficava falando: cê, cê, cê.
Um dia, o dono de um restaurante, que já estava cheio daquela ladainha do gago, disse que, se ele não parasse de falar, ele iria parar dentro de um armário de fantasmas.
E o garoto continuava: cê, cê, cê...
O dono do restaurante pegou o gago pelo pescoço e botou-o dentro do armário.
O fantasma disse: BU.
O garoto disse: Ce.
E a porta do armário: TÁ!