A coisa de preto
Qual a diferença entre uma preta grávida e um pênis furado?
R: Os dois esperam um macaco.

Qual a diferença entre uma preta grávida e um pênis furado?
R: Os dois esperam um macaco.

Um coelho chegou num açougue e perguntou ao açougueiro: — Tem cenouras? O açougueiro respondeu: — Não, aqui não vendemos cenoura, só vendemos carne. E o coelhinho foi embora, mas voltou no outro dia e perguntou de novo: — Tem cenouras? O açougueiro, já meio sem paciência, respondeu: — Eu já te falei que aqui não temos cenouras, pô!... E o coelhinho foi embora, mas voltou no outro dia... — Tem cenouras? O açougueiro, já morrendo de raiva: — Olha, já estou farto de você vir aqui e perguntar "tem cenouras". Da próxima vez eu te pego, te amarro com uma…
Um homem chega no médico e diz:
— Senhor, estou com um seríssimo problema de memória: as pessoas me contam alguma coisa agora, e rapidinho eu esqueço.
— Bom, não sei como podemos tratar disso.
— Isso o quê?
O cara estava com o seu camelo passeando no deserto, quando lhe deu a maior vontade de trepar. Fez um monte atrás do camelo, e quando foi fincar no camelo, ele fugiu.
Fez isso várias vezes...
Avistou uma loira (das boas), que disse:
— Moço, estou com muita sede, faço qualquer coisa por um copo de água.
— Qualquer coisa mesmo? — respondeu.
— Sim.
Recebeu o copo de água e perguntou o que ele queria de recompensa.
Aí ele pensou na vontade de trepar e disse:
— Segura este camelo para mim?
Chega a professora na sala de aula e cumprimenta os alunos:
— Bom dia, meus alunos...
E eles respondem.
A professora fala:
— Hoje iremos conhecer o que a mãe de cada um faz na vida, todos deverão falar.
Nisso começa o interrogatório:
— Joãozinho, o que sua mãe faz?
— Ela é médica.
E a professora afirma:
— Grande profissão, ela deve salvar muitas vidas.
— Luizinho, e sua mãe, o que faz?
— Ela é advogada, professora.
E a professora completa:
— É uma grande profissão, defender o direito das outras pessoas.
Nisso a professora indaga o Zézinho:
— E sua mãe, Zézinho, o que ela faz?
E ele responde:
— Minha mãe é SUBSTITUTA.
Chega na igreja um rapaz querendo se confessar e fala para o padre:
— Padre, comunguei há 3 anos.
O padre fala:
— Mas o que tem de errado?
— Padre, eu COMO UM GAY há 3 anos.
Numa cidade do interior havia muita mortalidade de todos os sexos, raças e idades.
Em uma conversa com o seu pai, Zequinha (filho) pergunta...
— Pai, por que nesta cidade todo mundo morre de repente? Outro dia estava em uma farmácia, pedi o remédio para o balconista e ele não voltou com o remédio, ele havia morrido. Saí da farmácia, pude ver a Dona Constatina falecer ao atravessar a rua, sem contar que eu pude observar umas duas ou três pessoas morrerem também...
Pai..... Pai........ Paiiiiiiiiiiii