Problema de memória
Um homem chega no médico e diz:
— Senhor, estou com um seríssimo problema de memória: as pessoas me contam alguma coisa agora, e rapidinho eu esqueço.
— Bom, não sei como podemos tratar disso.
— Isso o quê?

Um homem chega no médico e diz:
— Senhor, estou com um seríssimo problema de memória: as pessoas me contam alguma coisa agora, e rapidinho eu esqueço.
— Bom, não sei como podemos tratar disso.
— Isso o quê?

O cara estava com o seu camelo passeando no deserto, quando lhe deu a maior vontade de trepar. Fez um monte atrás do camelo, e quando foi fincar no camelo, ele fugiu.
Fez isso várias vezes...
Avistou uma loira (das boas), que disse:
— Moço, estou com muita sede, faço qualquer coisa por um copo de água.
— Qualquer coisa mesmo? — respondeu.
— Sim.
Recebeu o copo de água e perguntou o que ele queria de recompensa.
Aí ele pensou na vontade de trepar e disse:
— Segura este camelo para mim?
Chega a professora na sala de aula e cumprimenta os alunos:
— Bom dia, meus alunos...
E eles respondem.
A professora fala:
— Hoje iremos conhecer o que a mãe de cada um faz na vida, todos deverão falar.
Nisso começa o interrogatório:
— Joãozinho, o que sua mãe faz?
— Ela é médica.
E a professora afirma:
— Grande profissão, ela deve salvar muitas vidas.
— Luizinho, e sua mãe, o que faz?
— Ela é advogada, professora.
E a professora completa:
— É uma grande profissão, defender o direito das outras pessoas.
Nisso a professora indaga o Zézinho:
— E sua mãe, Zézinho, o que ela faz?
E ele responde:
— Minha mãe é SUBSTITUTA.
Chega na igreja um rapaz querendo se confessar e fala para o padre:
— Padre, comunguei há 3 anos.
O padre fala:
— Mas o que tem de errado?
— Padre, eu COMO UM GAY há 3 anos.
Numa cidade do interior havia muita mortalidade de todos os sexos, raças e idades.
Em uma conversa com o seu pai, Zequinha (filho) pergunta...
— Pai, por que nesta cidade todo mundo morre de repente? Outro dia estava em uma farmácia, pedi o remédio para o balconista e ele não voltou com o remédio, ele havia morrido. Saí da farmácia, pude ver a Dona Constatina falecer ao atravessar a rua, sem contar que eu pude observar umas duas ou três pessoas morrerem também...
Pai..... Pai........ Paiiiiiiiiiiii
Um rapaz entrou num banco de primeira linha, dirigiu-se ao caixa e falou: — Eu quero abrir uma porra de uma conta nessa merda desse banco. A moça do caixa, totalmente atônita, respondeu: — O senhor me perdoe, mas eu acho que não entendi direito. O que o senhor disse? Poderia repetir, por favor? — Vê se ouve dessa vez, caralho! Eu disse que quero abrir uma porra de uma conta nessa merda de banco! Ela pediu licença e dirigiu-se ao gerente para informá-lo da situação francamente desagradável. Ele concordou que ela não era obrigada a ouvir palavreado tão…
"Quem acha tudo gozado é faxineiro de motel."
"Se Deus fosse a favor do homossexualismo, criava Adão e Ivo."