A barrica
O marujo, recém-contratado num navio mercante de longo curso, quis logo saber onde se aliviava sexualmente durante a viagem, já que não haviam mulheres a bordo. Disseram-lhe que havia uma barrica no porão com um buraco no meio onde ele podia se fazer. Ele não contou conversa. Todo dia ele ia umas duas ou três vezes na barrica. Um belo dia, quando o mesmo ia descendo todo faceiro pra barrica, o contramestre perguntou:
— Vai aonde, marujo?
— Pra barrica — responde o marujo.
— Por que?
— Nananina, filho, hoje é o seu dia de ficar dentro da barrica!
