Vem cá, loro!
A menina passeava feliz exibindo o anel novo; na outra mão levava o papagaio Zé... currupaco, curupaco!
De repente ela dá pela falta do anel. Procura daqui, volta o caminho e nada. Coça a cabeça e olha na direção do papagaio e, com o dedo indicador bem esticado, faz sinal de:
— Vem cá, loro!
E ele, todo assustado, currupaca:
— Não, não, currupaco... com loro só no raio X.
