Várias piadas
O cara foi ao médico:
— Doutor, estou passando mal do estômago. Como uma maçã e cago a maçã inteira. Como uma pera e cago a pera inteira. Como uma banana e cago a banana inteira. Como uma goiaba e cago a goiaba inteira. Como uma ameixa e cago a ameixa inteira. O que o senhor me recomenda, doutor?
— O senhor já comeu merda?
O garotinho perguntou à mãe:
— Mamãe, o papai faz coco na cama?
— Que é isso, menino.
— Ouço a senhora falar todas as noites, assim, pro papai: lá vem você com esta "merda mole" outra vez.
O bêbado pegou o ônibus pela porta de trás e, de pé no corredor, grita:
— Quero comer o cu de um, hoje!
Todo mundo olha pra trás.
— Porra... eu falei um só.
O cara entrou numa barbearia do interior. Sentou-se na cadeira de espera e começou a notar que o barbeiro ainda fazia a barba de navalha, com um detalhe: o freguês punha uma bolinha na boca. À medida que o barbeiro ia fazendo a barba, falava:
— Põe a bolinha pro lado esquerdo.
Aí o freguês punha.
— Agora, pro lado esquerdo.
E o freguês punha. Bolinha pro lado direito... bolinha pro lado esquerdo... Aí, o cara que estava esperando perguntou:
— Não existe perigo do freguês engolir a bolinha, não?
— Aqui no interior todo mundo é honesto, se engolir, no outro dia devolve a bolinha.
O garotinho atormentava o pai que estava no banheiro, fazendo xixi.
— Sai daqui, menino!
— O que é que você está escondendo na mão?
— Um passarinho.
— Pô, pai comendo o cu do bichinho, heim?
O menino falou pra professora:
— "Fessora", eu sou poeta, bom de versos.
Aí a professora pediu para ele fazer um versinho com o nome dela. O garoto:
— Caminhando pela praia encontrei a fessora Marieta, veio uma onda e molhou a cenela dela.
— Mas assim não rimou, exclamou a professora!
— É que a maré tava baixa, fessora.
O bêbado foi ao enterro da sogra. Voltando do cemitério e ao passar por baixo de uma construção, eis que cai, lá de cima, uma lajota em sua cabeça. O bêbado, então, exclamou:
— A filha da puta da sogra já chegou lá em cima no inferno.
O menino era tão travesso, que a mãe não aguentava mais. Pegou o menino e deu-lhe uma tremenda surra. Durante as palmadas o garoto começou a gritar:
— Sua desgraçada, sua filha da puta... filha da puta.
— Quem é filha da puta?
— Eu, mãe!!
Na cama do motel, enquanto o parceiro recém-conhecido pedia a conta, a gatinha perguntou:
— Você é médico?
— Como você acertou?
— Intuição feminina... e anestesista, não?
— Não é possível. Como sabe?
— Porque à noite toda não senti absolutamente nada.
Tímido, o rapaz acabava de chegar no motel e falava pra gatinha:
— Querida, não exija muito de mim, sabe?
— Tudo bem, querido, desde que você também não exija virgindade de minha parte.
O casal queria dar uma trepadinha e o filho não dormia. A mãe fazia de tudo para o menino dormir. Lá pelas tantas, achando que o menino já dormia, o casal começou a sacanagem. Na hora "H", o cara começou a gemer:
— Eu vou agora... vou agora... vou agora!
E ela:
— Eu também vou... eu também vou!
Aí, o menino que assistia a tudo caladinho, levantou-se do berço e disse:
— Eu também quero ir com vocês!
Dois advogados saem do escritório cansados e com as gravatas semiabertas, com o cigarro no canto da boca depois de um dia estafante de trabalho, quando um vira para o outro e pergunta:
— Vamos tomar alguma coisa?
O outro arregala os olhos empolgado e responde:
— Vamos!!! De quem?
Um cliente, com as roupas sujas de sangue, entra no escritório do advogado, esbaforido:
— Doutor, doutor, só o senhor pode me salvar agora. Acabei de matar a minha mulher!!!
O advogado, tranquilamente:
— Espera um pouco. Não é assim, não. Estão dizendo que foi você quem matou a sua mulher.
