Tijolada
Um português ia andando pela rua, quando subitamente levou tremenda tijolada no peito. Ele olhou para trás para ver quem o tinha acertado.

Um português ia andando pela rua, quando subitamente levou tremenda tijolada no peito. Ele olhou para trás para ver quem o tinha acertado.

O português vê uma máquina de Coca-Cola e fica maravilhado. Coloca 1 fichinha e cai 1 latinha. Coloca 2 fichinhas e caem 2 latinhas. Coloca 10 fichas e caem 10 latinhas. Então ele vai ao caixa e pede 50 fichas. O caixa estranha e diz:
— Desse jeito o senhor vai acabar com as minhas fichas, gajo.
— Não adianta! Eu não paro enquanto estiver ganhando!
O jornalista estrangeiro visita Portugal e, ao passar por um presídio, ouve gritos aterrorizantes.
Curioso, decide investigar o porquê de tamanha violência. Chega até o prédio e pergunta:
— Por que esses gritos? — pergunta ao guarda na porta.
— Estamos executando um condenado — diz o policial.
— Mas por que tanta demora? Estou ouvindo esses gritos há mais de duas horas.
— É que ele foi condenado à cadeira elétrica e, como estamos sem energia, estamos sendo obrigados a executá-lo à vela.
Por que o português usa a caneta atrás da orelha?
R: Para fazer contas de cabeça.
O órgão de aviação americano (U.S. Federal Aviation Administration) preparou uma interessantíssima Home Page, infelizmente já desativada, descrevendo um dos seus mais engenhosos dispositivos. O mesmo procurava testar a resistência do vidro dos para-brisas das suas aeronaves, e consistia numa espécie de canhão que disparava um frango morto na direção do vidro do avião sob teste. O disparo era exato, e reproduzia a velocidade com a qual a ave alcançaria o avião em voo. Teoricamente, se o para-brisa resistisse à prova de impacto, então certamente…
O português que não conhecia nada de fazenda foi visitar uma fazenda e, pensando que sabia muito, que só de ver já pensava que era um fazendeiro, foi logo dizendo:
— Vou tirar 100 litros de leite, só pra ensinar vocês.
Os fazendeiros, achando graça, pediram para ele prosseguir.
E o português lá, que fazia força, e saiu apenas alguns pinguinhos, e o português, desapontado, disse:
— Ah, eu não sou fazendeiro.
E o animal respondeu:
— Eu também não sou vaca.
Certo dia, o pai de Joaquim pede de Portugal que o envie uma foto, pois há tempos não se veem.
Antes de tirar a foto, Joaquim vai até o espelho se pentear e se acha bonito, e pensa: vou mandar o espelho, só assim não preciso nem gastar com a foto.
Chegando o espelho em Portugal, seu pai grita ao olhar:
— Oh, Maria, venha ver como nosso filho está, parece um velho alcoólatra de 60 anos!
Ao ouvir isso, Maria olha para o espelho e diz a Manuel:
— Também, com uma velha prostituta dessa do seu lado, nosso filho só poderia virar alcoólatra!