Tênis
Dois portugueses saíram para jogar tênis e voltaram descalços.

Dois portugueses saíram para jogar tênis e voltaram descalços.

Um italiano, um português e um brasileiro no Rally acontecido no deserto do Saara. De repente o carro dos três quebra, e para ganhar a corrida era preciso levar uma parte do carro. Então o italiano diz:
— Eu vou levar o banco. Qualquer coisa, se eu ficar cansado, eu sento nele.
E o brasileiro diz:
— Eu vou levar o radiador. Se eu sentir sede, eu bebo água.
E o português diz:
— E eu vou levar a porta.
— A porta? — os outros dizem.
— E se eu sentir calor, eu abro a janelinha.
Lá estavam um americano, um alemão e um português dentro de uma caminhonete no deserto, quando, de repente, a caminhonete enguiça.
Eles, apavorados, decidem desmontar o carro para tentarem sobreviver no deserto.
O americano decide pegar a bateria e o ar-condicionado, o alemão decide pegar o sofá, e o português decide pegar a porta.
Os dois, não entendendo, perguntam:
— Para que você quer a porta?
O português responde:
— Para quando eu sentir calor abrir a janela!
O português e o brasileiro estavam dentro do elevador, quando de repente o brasileiro, com uma mão tapando o nariz e com a outra se abanando, diz:
— Foi você, não, Joaquim?
— Mas é claro! Ou tu pensas que eu nasci com este cheiro?
Três amigos se encontram. Um é brasileiro, outro japonês e outro português. O brasileiro fala com os demais:
— Acho que minha mulher está me traindo com um jogador de futebol, pois um dia encontrei uma chuteira embaixo da cama e eu não jogo futebol!
O japonês também comenta:
— Eu também acho que a minha mulher está me traindo, mas com um jogador de beisebol, pois um dia desses encontrei um taco de beisebol embaixo da cama e eu nunca joguei isto.
Então o português, mais do que depressa, brada:
— Pois eu acho que minha mulher está a me trair com um cavalo, pois encontrei um jóquei embaixo de minha cama e eu nunca andei de cavalo!!!!!
P: Por que as motos-táxis não deram certo em Portugal?
R: Porque o motorista levava o cobrador junto e não sobrava lugar para o passageiro!
Joaquim trabalhava de barbeiro lá em Lisboa (Portugal). Manuel ofereceu umas férias para o portuga. — Olha, eu vou te dar umas férias: você vai passar uma semana lá no Brasil — disse Manuel. — Mas ninguém me conhece lá no Brasil — disse Joaquim. — Lógico que conhece, todos os brasileiros conhecem os portugueses — disse Manuel. Chegando no Brasil, ele resolveu trabalhar de taxista para não ficar no prejuízo. Pegou o carro e fechou um motorista. — O seu barbeiro! — disse o motorista. — Oi, como é que vai? Nossa, Manuel tinha razão: os brasileiros sabem…