Respeito
O rapaz começa a namorar a menina e no primeiro encontro ele queria que ela lhe pagasse um boquete, ao qual ela respondeu-lhe:
— Não, porque senão tu perdes o respeito.
Ele disse que não é coisa e losa e nada.
O tempo passou e os dois casaram. 10 anos de casados, vem ele com a estória do boquete, ela diz:
— Não, tu perdes o respeito por mim.
E o mesmo diz que não, pois são casados e coisa e losa.
20 de casados e a mesma estória se repete, ele de pau duro pedindo que ela lhe pague um boquete, ela lhe diz:
— Não, véio, senão tu perdes o respeito por mim.
Ele retruca, diz que não, pois já são casados há tempo e isto nunca vai acontecer.
Passados 60 anos de casados, o velhinho já no leito de morte e a velhinha ali do lado dele, e ele lhe diz:
— É, minha véia, eu tô aqui já morrendo e tu nunca me pagou um boquete, sempre pensando que eu iria perder o respeito por ti, e isto nunca aconteceu.
A velhinha, comovida com seu grande amor, começou a pagar o tão demorado boquete.
O velhinho tremia e mexia como nunca, dizia que já podia morrer feliz e coisa e tal.
Deu uma gozada na boca da velhinha, que a mesma chegou a engasgar.
Depois do velho acabar, a velha correu para o banheiro para se lavar, quando o telefone toca ao lado do velho, toca uma vez, duas vezes, três vezes, daí o velho levanta a cabeça e grita:
— Não vai atender este telefone, velha puta boqueteira? Me levanto daqui e ainda como teu cú!
