Portuga na marinha
O português chega na marinha para se alistar, aí chega um oficial e começa o interrogatório:
— Sabes nadar?
E o portuga:
— Por quê? Vocês não produzem mais navios?

O português chega na marinha para se alistar, aí chega um oficial e começa o interrogatório:
— Sabes nadar?
E o portuga:
— Por quê? Vocês não produzem mais navios?

Trabalhavam em uma obra um brasileiro, um italiano e um português. Traziam em suas marmitas feijoada, macarrão e bacalhau, respectivamente, todos os dias. Revoltados com isso, os três disseram que, se isso continuasse, eles iriam se matar. No dia seguinte, ao abrirem suas marmitas, os três se depararam com as mesmas coisas. E, como haviam prometido, se mataram. No velório, encontram-se as três viúvas. A mulher do brasileiro, indignada, disse: — Se eu soubesse, não teria colocado feijoada. A mulher do italiano, também indignada, disse: — Se eu soubesse…
Haviam dois portuguêses conversando:
— Manuel, tu não sabes o que me aconteceu.
— Ora, pois me conte logo, Abel!
— Estava na escada rolante de um shopping quando, de repente, ela quebrou, e eu tive de esperar horas até consertá-la.
— Oras, mas nesta escada rolante não haviam alguns degraus?
— Claro que sim!
— E porque tu não sentaste?
O português, com apenas 10 reais no bolso e um pau pequeno na cueca, aproxima-se de uma puta e diz:
— Vamos transar, te dou 10 reais, para meter só a cabecinha, topa?
A puta olhou pro céu, pensou um pouco e disse:
— Topo, só a cabecinha, rapidinho, hein!
— Tudo bem — respondeu o português.
Foram para trás de um muro bem escondidinho e começaram a transar. A puta, excitada na hora do sexo, diz ao português:
— METE TUDO, AMOR, METE TUDO, VAI!
E o português responde pra puta:
— Hã, hã, trato e trato.
Na guerra estavam lutando Portugal vs EUA, mas estavam todos camuflados. Então os americanos pensaram: a maioria deles se chama Samuel. Então eles gritaram:
— Samuel!!!
Eles levantaram e morreram. Os portugueses ficaram bravos e pensaram: a maioria deles se chama Jon. E gritaram:
— Jon!!!
Todos levantaram e disseram:
— Aqui não tem nenhum Jon.
Então os portugueses responderam:
— Bom mesmo, senão eles morreriam.
Um português, um árabe e um brasileiro foram condenados à pena de morte na cadeira elétrica. Chegou o dia da execução, o árabe foi o primeiro, suas últimas palavras foram:
— Alá me salve!
E como mágica a cadeira não funcionou. Depois de várias tentativas, decidiram colocar o brasileiro, que, vendo tudo, também chamou por:
— Alá, Alá, Alá!
E aconteceu o mesmo. Na vez do português, ele também teve direito a suas últimas palavras:
— Alá, alá!!!
— Alá, a tomada desligada!
Três bandidos foram escolhidos para serem executados na cadeira elétrica: o americano, o italiano e o português. O comandante diz: — Vamos fazer o seguinte teste: aquele com que a cadeira não funcionar estará livre da execução. Aí foi o americano primeiro, sentou na cadeira, de repente o americano começa a gritar: — Ala! Ala! Ala! A cadeira foi acionada e nada aconteceu. O comandante diz: — Pronto, você passou no teste, pode ir. Foi o italiano, sentou na cadeira e também gritou: — Ala! Ala! Ala! Quando ligaram a cadeira elétrica, de novo nada…