Porta aberta
Todos os dias, à tardinha, o Sr. Manel sentava sempre à porta da casa lendo livro. Por coincidência, a vizinha passava na mesma hora, regressando do trabalho, até que um dia ela está a passar e de repente gritou:
— Ô Sr. Manel, que vem a ser isto?
— O quê, D. Júlia, o quê?
— O seu zip está aberto e a coisa de fora.
— Ah, é isso! D. Júlia, casa de morte a porta é sempre aberta.
