Pedrada
O português estava andando na rua e levou uma pedrada no peito. Olhou para trás e perguntou:
— Quem foi?

O português estava andando na rua e levou uma pedrada no peito. Olhou para trás e perguntou:
— Quem foi?

Manuel estava relaxado em sua fazenda, deitado em sua rede e pensando na vida, e de repente chegou sua mulher Joana berrando:
— Manuel, já que você não tá fazendo nada, vai lá dar uma pintada na cerca!
E ele responde:
— Vai você então dar uma bucetada na cerca pra ver como dói.
Manuel e Joaquim estavam fazendo um tour de trem pela Europa, quando de repente Manuel olha pela janela e diz espantado para Joaquim:
— Olhe, Joaquim! Olhe como os postes passam depressa!
E Joaquim, mais espantado ainda:
— É mesmo, Manuel! Tá aí, da próxima vez viajaremos de poste!
Um certo dia, um português resolveu fazer uma experiência com uma aranha. Ele então cortou a primeira pata da aranha e gritou: — Anda. Então a aranha andou; ele pegou sua prancheta e anotou algo. Depois ele repetiu o ato, cortando mais uma pata da aranha, e gritou: — Anda. Então a aranha, mesmo sem duas patas, andou. Depois ele repetiu esse mesmo ato mais três vezes, sempre gritando para a aranha andar. Mesmo depois de ter cortado cinco patas, a aranha continuou andando, com muita dificuldade, mas andava. Quando só restava uma pata, o português fez o…
O português ficou sócio de um campo de nudismo. E lá estava ele todo feliz em seu primeiro dia no local. Caminhou uns trinta metros e ficou de pau duro. Dali a cinco minutos ouve uma voz no alto-falante: — Atenção, senhor Manuel Monteiro! Compareça com urgência à secretaria do clube! O português foi até a secretaria e levou uma bronca do diretor. — O senhor não pode ficar de pau duro aqui no clube! De jeito nenhum! — Mas é que eu vejo essas bundas, essas xoxotas soltas por aí e não aguento! Mas também não é sempre. Ele endurece uma vez por semana... —…
O português que morava na roça foi visitar a filha médica, que morava num apartamento na cidade grande.
O português chegou, viu o apartamento e começou a contar os andares: 1, 2, 3, 4...
Até que chegou o espertinho da cidade e falou:
— O tio é dez reais por andar.
— Ah é? Então eu já contei dez andares.
— Então é cem reais, tudo bem.
O português falou e pagou.
Após o espertinho ir embora, o português falou para si:
— Enganei o tonto, já tinha contado quarenta.
O português chegou na cidade e viu uma placa:
"Devagar, quebra-molas".
Ele engatou uma terceira e acelerou fundo.
Voltou lá na placa e colocou:
"Rápido também quebra-molas".