Cientista português
Um certo dia, um português resolveu fazer uma experiência com uma aranha.
Ele então cortou a primeira pata da aranha e gritou:
— Anda.
Então a aranha andou; ele pegou sua prancheta e anotou algo.
Depois ele repetiu o ato, cortando mais uma pata da aranha, e gritou:
— Anda.
Então a aranha, mesmo sem duas patas, andou.
Depois ele repetiu esse mesmo ato mais três vezes, sempre gritando para a aranha andar.
Mesmo depois de ter cortado cinco patas, a aranha continuou andando, com muita dificuldade, mas andava.
Quando só restava uma pata, o português fez o mesmo ato: cortou a última pata da aranha e gritou:
— Anda.
Nada da aranha andar.
— Anda.
Nada de novo.
— Anda.
Nada, nem um movimento.
Depois de muito gritar, o português anotou a seguinte conclusão:
— Depois de cortadas todas as patas, a aranha ficou surda.
