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Pedindo ajuda

Piada de Sogras

A sogra do seu Carlos endoidou e queria pular da janela. Então ele usa o telefone para pedir ajuda, e uma senhora atende:
— Alô???
— Socorro, minha sogra quer pular do prédio.
— O senhor errou o número, aqui é carpintaria.
— Eu sei, é que a janela não abre.

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Mais piadas de Sogras

  1. Nome da sogra

    João entra no bar chorando. Seu amigo, preocupado, pergunta o que aconteceu, e João responde que descobriu o nome da sua sogra. O amigo fala:
    — Qual é o nome da velha?
    E João fala:
    — Esperança. E Esperança é a última que morre!

  2. Amar é...

    Amar é...
    Levar a sogra para o zoológico e trazê-la de volta.

  3. Ah! Enterra logo

    Numa bela tarde de domingo, o Sr. Joaquim recebe a notícia do falecimento de sua sogra.
    Então passa a noite de domingo e a segunda-feira toda velando o caixão.
    Chega a hora do enterro, mas o Sr. não desgruda do caixão.
    Chega a terça-feira e ele do mesmo jeito.
    Na quarta-feira, o seu irmão chega com toda cautela e tenta lhe dar alguns conselhos:
    — Joaquim, as coisas são assim, você tem que se conformar.
    E ele se assusta e responde:
    — Mas eu estou super conformado, Mário!
    — Então por que você não quer fazer logo o enterro da velha?
    E ele, todo sinistro, responde:
    — Porque quem enterra bosta é gato!

  4. Sogras...

    Qual é o coletivo de sogras?
    R: Serpentário

  5. A sigla

    A maioria das sogras são...

    S — egas (nunca vê os erros da filha)
    O — bsecadas (por ver a filha largar do marido)
    G — enromaníacas (louca para ter um, só para falar mal)
    R — abujentas (reclama de tudo)
    A — utoritárias (tudo tem que ser do jeito dela)
    S — em vergonhas (fala mal de você, mas não sai da sua casa)

  6. O cemitério

    Um homem, quando passava pelo cemitério, viu uma grande fila perto de um túmulo. Pensando que alguém importante havia morrido, perguntou a um senhor que chorava muito do lado do túmulo, então resolveu perguntar:
    — Quem morreu?
    — Minha sogra — respondeu.
    — Mas o que houve com ela?
    — Meus cachorros mataram ela, de tanto morder, coitada, ficou sem uma perna e sem um braço.
    — Nossa, o senhor me vende esses seus cachorros?
    — A meu caro rapaz — respondeu —, para isso terá que entrar na fila.