Papo inocente
Mariazinha pro Joãozinho:
— Joãozinho, seu pipi parece um amendoim.
E ele:
— Só porque é pequenininho?
— Não, porque é salgadinho.

Mariazinha pro Joãozinho:
— Joãozinho, seu pipi parece um amendoim.
E ele:
— Só porque é pequenininho?
— Não, porque é salgadinho.

A professora está ensinando o uso de pronomes. E ela pede pro pentelhinho do Joaozinho:
— Faça uma frase usando a palavra "consigo"!
E o Joaozinho:
— Eu não consigo correr muito.
A garotinha muito sapeca, ao ver o seu priminho sair do banheiro com a braguilha aberta, avisa:
— Joãozinho, cuidado para o seu passarinho não fugir!
E ele diz:
— Não se preocupe, Mariazinha! Não foge não, ele é mansinho! Foi criado na palma da minha mão!
Na sala de aula, a professora resolveu testar os conhecimentos de seus alunos fazendo uma chamada oral, com um detalhe extravagante na pergunta para confundi-los. — Chiquinho, o que é que tem quatro patas, vive no pasto, dá leite e voa? Chiquinho responde: — Eu não sei, professora. A professora ri e conclui: — É a vaca. Eu disse que voa só para confundi-lo. — Aninha, o que é que se encontra nas ruas, nas garagens, serve para passear e trabalhar, e tem quatro pés? Aninha responde: — Eu não sei, professora. Novamente a professora ri e conclui: — É o…
Numa manhã, o Joaninho perguntou à mãe:
— Mãe, o papai fez cocô na cama?
— Não, meu filho, por quê?
— Por que de noite você gritou "tira essa merda mole daqui".
A professora para o Joãozinho:
— Joãozinho, qual o tempo verbal da frase "Isso não poderia ter acontecido"?
— Preservativo imperfeito, professora!
Na escola:
A professora estava perguntando para os alunos de quem eles tinham medo. Perguntou à Patrícia:
— De que você tem medo, Patrícia?
Patrícia respondeu:
— Do velho do saco.
A professora disse que não existe.
Perguntou ao Pedro de que tinha medo. Ele respondeu:
— Da mula sem cabeça.
A professora disse que não existia, que era só uma lenda.
Perguntou ao Joanzinho:
— De que você tem medo?
Ele respondeu:
— Do malamem.
A professora disse que não conhecia e perguntou quem era.
Ele disse que ele era muito perigoso, que o pai e a mãe tinham medo, e a professora não sabia. Daí ele disse:
— No fim da oração, que dizia do mal amém.