Tempo verbal à moda do Joãozinho
A professora para o Joãozinho:
— Joãozinho, qual o tempo verbal da frase "Isso não poderia ter acontecido"?
— Preservativo imperfeito, professora!

A professora para o Joãozinho:
— Joãozinho, qual o tempo verbal da frase "Isso não poderia ter acontecido"?
— Preservativo imperfeito, professora!

Na escola:
A professora estava perguntando para os alunos de quem eles tinham medo. Perguntou à Patrícia:
— De que você tem medo, Patrícia?
Patrícia respondeu:
— Do velho do saco.
A professora disse que não existe.
Perguntou ao Pedro de que tinha medo. Ele respondeu:
— Da mula sem cabeça.
A professora disse que não existia, que era só uma lenda.
Perguntou ao Joanzinho:
— De que você tem medo?
Ele respondeu:
— Do malamem.
A professora disse que não conhecia e perguntou quem era.
Ele disse que ele era muito perigoso, que o pai e a mãe tinham medo, e a professora não sabia. Daí ele disse:
— No fim da oração, que dizia do mal amém.
Um dia, a professora de Joaozinho pediu aos alunos uma atividade diferente: pediu que eles trouxessem um objeto hospitalar.
No dia seguinte, a professora falou aos alunos que mostrassem o que trouxeram.
A professora perguntou a Mariazinha:
— Mariazinha, o que você trouxe?
— Eu trouxe uma caixa de 1º socorros.
— De quem é?
— Do meu pai.
— O que ele disse?
— Serve para curar os machucados.
— Muito bem.
E a professora perguntou isso para todos os alunos. Chegando a vez de Joaozinho, a professora pergunta:
— Joaozinho, o que você trouxe?
— Há, eu trouxe um balão de ar.
— De que é?
— Da minha vó.
— O que ela disse?
— Devolve.
O Joanzinho, na escola, vivia falando "cabeu", e a professora sempre o corrigia:
— Não se diz "cabeu", Joanzinho, se diz "coube"!
Num certo dia, Joanzinho pegou a professora irritada e largou um "cabeu" que a professora não aguentou:
— Joanzinho, já falei mais de mil vezes que não é "cabeu" e sim "coube"! Para você não se esquecer, vai escrever 300 vezes em uma folha a palavra "coube"!!!
No outro dia, chegou Joanzinho com a folha, entregou à professora e falou:
— Só escrevi 237 vezes porque o resto não cabeu!!!
Joãozinho morava na fazenda. Todos os dias, pela manhã, ele ficava à beira da rodovia para pegar o coletivo para estudar na cidade. Certo dia, ele chega atrasado ao ponto e, perdendo o coletivo, teve que pedir carona. Um caminhoneiro, ao passar no local, viu aquele menino pedindo carona e resolveu ajudá-lo. Ao entrar no caminhão, Joãozinho, muito curioso, achou aquele caminhão muito interessante e tudo que via, por dentro e por fora do caminhão, foi logo perguntando o que é e para que serve. Joãozinho: "Moço, o que é isto e para que serve?"…
Todo dia, quando a professora chegava na sala, dava bom dia para os alunos: — Bom dia, criançada. E a turma sempre respondia com um eco no fim da frase: — Bom dia, professora... êêêê. Certo dia Joãozinho faltou, e certamente não houve aquele eco no final. A professora chega e diz: — Bom dia, criançada. E os alunos: — Bom dia, professora. A professora ficou intrigada com a ausência do eco, faz a chamada e vê que Joãozinho não está na sala, e logo combina com a turma: — Gente, amanhã quando eu der bom dia, ninguém responde, deixem que só Joãozinho…
Cansado de ouvir a mesma ladainha, certa vez Joãozinho pergunta para sua mãe:
— Mamãe, o papai faz cocô na cama?
De imediato a mãe lhe responde:
— Que besteira, meu filho, por que está me perguntando isso?
— É porque à noite eu sempre escuto a senhora falando:
— Já vem você com essa bosta mole para o meu lado...