Era o último dia de aula do ano. Pedrinho chega da escola e diz pro pai: — Pai, tenho duas notícias, uma boa e uma ruim. Qual o senhor quer ouvir primeiro? — Ué, mas é claro que quero ouvir a boa primeiro. — Então tá, lá vai. Não será preciso comprar livros pro ano que vem. — Legal, filho, mas qual é a ruim? — Fui reprovado.
Psiquiatra pergunta ao paciente: — Costuma ouvir vozes sem saber de onde vêm? — Claro que sim. — E quando isso acontece? — Quando eu atendo o telefone!
O psiquiatra pergunta ao paciente: — Costuma ouvir vozes sem saber de onde vêm ou quem está falando? — Claro que sim. — E quando isso acontece? — Quando atendo o telefone!
Um padeiro português fazia confidências ao amigo: — Minha mulher grita muito quando faz sexo. — E qual é o problema? — É que eu consigo ouvir lá da padaria.
O homem leva um susto ao ouvir de sua cartomante: — Em breve sua sogra morrerá de forma violenta. Imediatamente ele pergunta à vidente: — Violentamente? E eu? Serei absolvido?
O psiquiatra pergunta ao paciente: — Você costuma ouvir vozes sem saber quem está falando e de onde elas vêm? — Claro que sim! — E quando isso acontece? — Quando atendo o telefone.
João chega para uma amiga e diz: — Vou te contar uma piada que vai fazer seu peito cair de tanto você rir. Então ela se vira para ouvir. — Ah, já te contaram... — diz João.
Na escola de Joãozinho existia uma professora que não usava calcinha. Um certo dia, no meio de uma aula, a professora foi surpreendida com um vento que lhe subiu a saia. A professora, envergonhada, se voltou aos alunos e perguntou: — Pedrinho, o que você viu? — Ah, professora, eu vi sua canela. — Um mês de suspensão. Vá já pra secretaria! — Paulinho, o que você viu? — Ah, professora, eu vi seus joelhos. — Três meses de suspensão. Vá já pra secretaria! — Marquinhos, o que você viu? — Ah, professora, eu vi suas coxas. — Oito meses de suspensão. Vá já pra…
É duro ser homem... É duro ter que suportar, sem demonstrar: - A dor física e moral de uma bolada no saco. - O incômodo de uma cotovelada no gogó. - A tortura de usar terno no verão. - O suplício de fazer a barba todo dia. - O desespero de uma cueca apertada. - O prazer adolescente de soltar um bom arroto. - A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem sutiã. - Viver sobre o permanente risco de ter que entrar numa briga. - Pilotar a churrasqueira. - Ter que resolver os problemas do computador. - Ter que reparar a roupa nova dela. - Ter…
A mulher do japonês comprou um relógio que tinha alarme. O alarme do relógio era um galo. De manhã, quando o relógio apitou, o japonês ficou triste ao ouvir o galo e lembrar do seu pintinho.
Uma pessoa anônima liga para o português e diz: — Sinto te dizer, mas sua mulher está te traindo com seu melhor amigo. Ao ouvir isso, o português abre a gaveta, pega o revólver e dá três tiros no cachorro.
O rapaz liga para a casa da sogra, que morava muito distante, e diz ao ouvir uma voz estranha: — Cadê minha sogra? E a voz muito pesarosa do outro lado informa: — Sua sogra morreu! Ele desliga e, após 10 minutos, torna a ligar e faz a mesma pergunta: — Por favor, a minha sogra está? Pois eu queria falar com ela. E outra vez a misteriosa voz responde: — Não será possível, pois ela faleceu. Ele desliga e torna a ligar para ela outra vez: — Eu desejo falar com minha sogra! A pessoa, já impaciente, exclama: — Escuta aqui, eu já não disse que tua sogra morreu?!?! — Ah! — exclama o rapaz. — É que é tão bom ouvir isso!
Duas bichinhas estavam em um deserto... Além da sede, estavam com muita fome... Uma delas fala: — Aí, estou com tanta fome que comeria até um trem... Depois de ouvir o desespero da bicha, a outra fala: — Ah é... Piuí... piuí... piuí (som do trem).
O médico falou pro paciente: — Tenho duas notícias para te dar. Uma ruim e uma péssima. O que quer ouvir primeiro? — A ruim. — A ruim é que o senhor tem apenas um dia de vida. — E a péssima? — É que eu esqueci de te avisar ontem.
E lá estava Juca (servente) no sepultamento de Zeca (pedreiro). A mãe de Zeca, ao vê-lo chorando tão desesperadamente, o indagou: — Vocês eram muito amigos, hein? — Éramos sim. Fui a pessoa a ouvir suas últimas palavras: "Para de mexer na porra desse andaaaaiiiimmmeee!!!!!!"