Ouvindo vozes
O psiquiatra pergunta ao paciente:
— Você costuma ouvir vozes sem saber quem está falando e de onde elas vêm?
— Claro que sim!
— E quando isso acontece?
— Quando atendo o telefone.

O psiquiatra pergunta ao paciente:
— Você costuma ouvir vozes sem saber quem está falando e de onde elas vêm?
— Claro que sim!
— E quando isso acontece?
— Quando atendo o telefone.

Quem expulsou São Bernardo do campo?
R: O juiz de fora.
Dois loucos fogem correndo de um hospício. Em certo ponto da fuga, um dos loucos grita:
— Cuidado com o buraaaaaaaaaaaaaaaaaco...
O outro louco responde:
— Aonnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnde...
Dois paranormais são apresentados.
— Oi! Como vou? — pergunta um deles.
— Você vai bem, obrigado! E eu?
No hospital de malucos, todos os dias os vigilantes da portaria ouviam vários gritos: "Tô podre, tô podre". E quando iam verificar, estava maior silêncio.
Passaram-se um, dois, três dias, e eles ouviam a mesma coisa: "Tô podre, tô podre".
No quarto dia, eles foram no maior silêncio (vigilantes) e encontraram um maluco enfiando o dedo no ânus, cheirando e gritando: "Tô podre, tô podre".
Dois loucos estavam jogando bolinha de gude no hospício quando, de repente, um deles engoliu a gude. Mais tarde, no hospital do hospício, lá estavam os dois.
A enfermeira perguntou a um:
— O que aconteceu com você?
Ele, com dificuldade, responde:
— Doutora, engoli uma gude.
A enfermeira fala:
— Um momentinho, que já lhe atendo.
E perguntou ao outro:
— E com você, o que é que houve?
Ele responde:
— Estou esperando a gude, é minha!
Em um manicômio, os doutores queriam saber quem de verdade era louco, então levaram os loucos a um clube e, em uma piscina vazia, iriam testar quais dos loucos iriam pular. Quase todos os loucos pularam, menos um. Quando ele foi pular, parou na beira da piscina, e os doutores ficaram surpresos e disseram:
— Nossa, você não é louco. Por que você não pulou?
— Você está doido, eu não sei nadar. Se eu pulasse, eu iria me afogar.