O corte
Era uma vez um cara que estava no cabeleireiro. Logo depois de sair, encontrou um amigo, e o amigo dele disse:
— Você cortou o cabelo?
— Não, pô, tirei pra lavar.

Era uma vez um cara que estava no cabeleireiro. Logo depois de sair, encontrou um amigo, e o amigo dele disse:
— Você cortou o cabelo?
— Não, pô, tirei pra lavar.

Retornando a Portugal, está lá Manuel contando aos amigos como foi a visita ao Brasil.
— Lá é uma pouca vergonha, imaginem que fiquei duas horas em pé em uma escada rolante quando se acabou a energia.
E seu amigo:
— E não havia degraus na escada, ó Manuel?
E Manuel:
— Havia.
E seu amigo:
— Como tu és burro, Manuel, por que não sentaste então???
Um casal de portuga está passeando em uma praça quando a mulher, Maria, viu um casal de jovens se beijando, e a mulher do purtuga fala:
— Ó João, por que você não faz a mesma coisa?
E ele:
— Mas, Maria, eu nem conheço a moça.
Manuel chega em casa e Maria diz:
— Manuel, trouxe o remédio?
— Sim, tá aqui.
— Manuel, eu peço para você trazer veneno pra rato e você me traz chá?!?
— Ora, Maria, aqui está escrito "Matte Leão", também deve servir para matar!
Estava um português a mijar quando entra um brasileiro.
O brasileiro, como tinha um pênis mais pequeno e com menos depósito, acaba ainda primeiro e vai lavar as mãos.
O português acaba de mijar e vai para sair da casa de banho, o que leva logo o brasileiro a exclamar:
— Porra, é preciso ser porco, não leva as mãos, não?
— Não, mão se preocupe, nós os portugueses não mijamos para as mãos!
Manuel de Azevedo é um portuga bem bruto, destes de encarar um trabalho pesado. Robusto, de fartos bigodões, é um bocado desajeitado, mas ajeitou-se a um trabalho mecânico em uma gráfica. Certo dia, às voltas com uma guilhotina de cortar papéis, sofreu um acidente, em que perdeu a mão esquerda. Depois de retirar-lhe o último curativo, o médico da empresa tenta consolar o gajo: — O senhor teve sorte, seu Manuel... Dê graças a Deus por ter perdido a mão esquerda, seria muito pior se tivesse sido a direita! — Sorte o caralhu, doutore! Não foi graças a…
Um português contou para um amigo que comprou um cachorro para dar de presente de aniversário para a namorada. Ele dizendo:
— Coloquei o Totó no porta-malas. Porém esqueci o cãozinho três dias no carro.
O outro português espanta-se:
— E ele morreu???
— Não, era de pelúcia.