O remédio
Uma mulher estava insatisfeita com o seu marido, que não fazia amor com ela há um tempão, então ela foi no médico e falou:
— Dr., meu marido não me procura mais para fazer amor, o que eu faço?
— Está vendo aquele vidrinho?
— Sim, o que é que tem a ver?
— Ele é um remédio. Quando chegar em casa, faça o jantar e bote só uma gota, só uma gota, ouviu? Volte na próxima semana.
— Tá certo.
Quando chegou em casa, ela fez uma sopa bem gostosa e botou uma gota do remédio.
O marido chegou, tomou a sopa todinha e levou ela para o quarto, e começou, né! Pomba vai! Pomba vem!
No segundo dia, ela ficou louca. Fez o jantar e botou duas gotas. O marido comeu o jantar e levou ela para o quarto, e tome de novo.
No terceiro dia, ela já doida de dar umas gozadas, fez o jantar e botou três gotas do remédio, o marido comeu e tome de novo nela.
Nisso, passaram 15 dias, o médico, preocupado, ligou para a casa dela para saber o que estava acontecendo. Quando ele liga, atende um menino de 4 anos, e ele pergunta:
— Cadê sua mãe? Eu quero falar com ela para saber o que está acontecendo?, fala o médico.
E o menino fala:
— Minha mãe morreu com um sorriso estranho, minha irmã fugiu de casa, a empregada está grávida, meu bumbum tá doendo e meu pai tá lá no quintal:
— Vem, toto! Vem, toto! Vem, toto!
