O "Z"
Um cara de espada faz um "Z" na camisa dele e o português diz:
— Oh, não! É o Zé Carioca!

Um cara de espada faz um "Z" na camisa dele e o português diz:
— Oh, não! É o Zé Carioca!

Tava lá, né, o português deitadão na rede sem fazer nada. Daqui a pouco chega a mulher dele e fala:
— Ó Manuel, por que é que você não vai dar uma pintada na cerca?
E o Manuel:
— Por que é que você não experimenta dar uma bucetada na cerca pra ver se não dói?
A Maria vai ao médico ginecologista e, chegando lá, diz ao médico:
— Dotôire, estoi casada a mais de cinco anos e até agora num fiquei grávida, o senhoire poderia me dizer se tenho algum problema, pois?
O médico faz a ficha e manda ela tirar a roupa e se deitar na maca. Neste momento ela começa a choramingar. O médico, preocupado, pergunta:
— O que foi, dona Maria, a senhora está sentindo alguma coisa?
A Maria responde toda chorosa:
— A dotoire, o sinhoire me desculpe, mas é que eu queria tanto que fosse do Manuel!!
Os passageiros entram na aeronave, acomodam-se e logo em seguida entra o comandante usando óculos escuros e segurando uma bengala. Ao vê-lo, a comissária de bordo aproxima-se e toca-lhe no braço. O comandante põe a mão sobre o ombro dela e seguem os dois em direção à cabine de comando. Pouco depois, entra o copiloto, também de óculos escuros, segurando a coleira do seu cão. A comissária aproxima-se, acomoda o cão num compartimento especial. O copiloto põe a mão sobre o ombro da comissária e os dois seguem em direção à cabine. Alguns passageiros ficam…
O português estava na chácara dele. Chega Maria e fala:
— Já que não está fazendo nada, poderia dar uma pintada na cerca.
O português idiota responde:
— Experimente você dar uma bucetada para ver como dói.
Um português estava doente, mas não sabia o que tinha. Então foi ao médico. Chegando lá, o médico perguntou:
— O que tem, seu Manoel?
— Não sei, doutor, é o meu dedo. Todos os buracos do meu corpo em que eu o ponho doem. Se eu ponho no nariz, dói; se eu ponho na boca, dói; se eu ponho no ouvido, dói.
— O que o senhor acha que eu tenho, doutor?
— O dedo quebrado, oras!
Estavam no avião um japonês, um australiano e um português. O avião estava caindo e eles tinham que se salvar. O australiano e o japonês pularam de paraquedas, mas o português não conseguiu fazer o seu funcionar. Desesperado, ele olha pra baixo, vê um pote no chão do avião, passa cabelo e pula...
Ele cai no chão e morre. Curiosos, os homens que estavam lá embaixo foram pra perto dele conferir por que tinha pulado sem paraquedas. Então, eles viram um pote com ele. Pegaram o pote e leram: "Creme para quedas de cabelo"!