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Mais piadas de Português

  1. Jogo

    Dois portugueses foram jogar tênis.
    Voltaram descalços.

  2. A portuguesada

    O presidente de Portugal convocou uma corte para provar para todos que o povo de Portugal não era "burro", convocando todo o povo de Portugal e todos os outros presidentes do mundo. Chegando, ele chama uma pessoa para fazer uma pergunta. E adivinhem: chamou o Manoel. E perguntou: — Qual é seu nome? — presidente. — Meu nome? — Manoel. — Isso! — presidente. — Manoel! — Manoel. — Manoel, vou lhe fazer uma pergunta. Quanto é 2+2? — presidente. — 5! — Manoel. E o presidente só faltou se matar de tanta vergonha na frente de todo mundo. Mas aí veio a…

    Ler a piada completa: A portuguesada →

  3. Portuga na lanchonete

    O português estava andando pela praça quando bateu aquela fome, então de cara logo avistou uma lanchonete que lhe chamou a atenção. Entrou e foi direto ao balcão, onde uma moça muito simpática o atendeu:

    — Pois não, o que o senhor deseja?
    — Opa, ora pois, eu queria um belo bacalhau ao molho de batatas e vinho do Porto para acompanhar.
    — AH! O senhor é português, né?
    — Sim, ora pois, percebeste pelo meu sotaque ou pelo prato típico que pedi?
    — Não, não, é que aqui é o McDonald's.

  4. A velha e o português

    Uma velhinha, numa estrada, pediu carona para uns caminhoneiros, o José e o Manoel.
    Quando estavam numa ladeira, o José disse para o Manoel:
    — Agora você pode colocar na banquela.
    E a velhinha disse:
    — Sabia que ia sobrar pra mim.

  5. O cão português

    — Por que o cachorro de português tem a cara amassada?
    — Porque ele corre atrás de carro parado.

  6. O português e o super-herói

    O português estava andando pelo bosque quando, de repente, apareceu um cavaleiro mascarado, vestido de preto, com uma capa enorme. O mascarado pediu que o portuga desse todo o dinheiro, mas ele se negou. Então, o mascarado sacou a espada e, com um movimento rápido, marcou um enorme Z no tronco de uma árvore.
    — Sabe agora quem eu sou? — perguntou o mascarado.
    — Claro, claro, tome o meu dinheiro, Zuperman.