O gênio
Um português tinha uma mão virada para baixo, igual bicha, ia andando pela rua quando tropeçou em um objeto, olhou para baixo e viu uma lâmpada mágica, pegou-a, esfregou e saiu o gênio:
— Você tem direito a três pedidos, meu amo.
— Hãããn, eu quero que minha mão fique igual a outra.
O gênio: paf, e as duas mãos ficaram quebradas para baixo. Ele gritou:
— Não, não, é ao contrário!
Paf, as mãos foram viradas para cima. Ele, nervoso, disse:
— Ô mongoloide!
E o gênio: paf. E ele: hãããn, ficou mongoloide.
