O benfeitor
P: Você sabe o que diz um homem que flutuou por estar segurando um bocado de balões?
R: Eu só queria fazer uma surpresa para os meus filhos...

P: Você sabe o que diz um homem que flutuou por estar segurando um bocado de balões?
R: Eu só queria fazer uma surpresa para os meus filhos...

Em um prédio trabalhavam três pedreiros. Um deles foi ao banheiro; enquanto isso, aconteceu um acidente no elevador que eles utilizavam e os outros dois, que estavam trabalhando, morreram.
No dia do velório, o construtor chamou ambas as viúvas e falou que teriam estudos grátis para os filhos por toda a vida, casa própria, mesada, enfim, tudo que precisassem para viverem bem. A esposa do trabalhador que tinha ido ao banheiro olhou para ele e disse:
— Você é azarado mesmo, tinha que ir ao banheiro bem naquela hora!
Rico com uniforme: coronel.
Pobre com uniforme: porteiro.
Rico com pistola: precavido.
Pobre com pistola: assaltante.
Rico com unhas pintadas: playboy.
Pobre com unhas pintadas: boiola.
Rico com maleta: executivo.
Pobre com maleta: traficante.
Rico com sandálias: turista.
Pobre com sandálias: mendigo.
Rico lendo jornal: intelectual.
Pobre lendo jornal: desempregado.
Rico correndo: esportista.
Pobre correndo: ladrão.
O sujeito chegou ao trabalho todo desanimado, se arrastando, nitidamente estressado. Como ele era um bom funcionário, o chefe o chamou num canto e o aconselhou:
— Por que você não faz como eu?! Quando estou assim, vou para casa, tomo uma boa ducha, dou uma bela trepada com a minha mulher e logo estou me sentindo um outro homem.
O sujeito saiu, disposto a seguir o conselho do chefe. Voltou no final da tarde todo animado.
— E aí, deu certo? — perguntou o chefe.
— Se deu! Estou totalmente refeito! A sua mulher é fantástica!
Sabe qual é o novo nome de Bin Laden?
Buceta.
Sabe por quê?
Porque é cabeludo, fedorento, vive escondido e todo mundo quer foder ele!
O que é, o que é...
P: Vários pontinhos azuis na grama?
R: Manifestação de Smurfs.
Mandando parar um carro cheio de freiras, por estarem indo muito devagar, um guarda de trânsito perguntou à motorista por que não ia mais depressa.
— Mas, seu guarda — respondeu a freira —, todas as placas dizem 40.
— Irmã — retrucou o guarda —, esse é o número da estrada, não o limite de velocidade.
— Ah, então isso explica por que os outros estavam gritando, antes — confessou a freira.
— De que está falando?
— Bem — respondeu a freira —, acabamos de sair da estrada 205.