O assalto
Um ladrão chegou para o português e disse:
— Pare!
O português:
— Impare!
O ladrão:
— Mas eu estou te roubando!
O português:
— Então não brinco mais!!

Um ladrão chegou para o português e disse:
— Pare!
O português:
— Impare!
O ladrão:
— Mas eu estou te roubando!
O português:
— Então não brinco mais!!

O português veio para o Brasil ver se via algumas novidades; ele estava andando pela cidade quando viu um prédio.
No outro dia ele voltou para Portugal, os amigos dele quiseram saber o que ele tinha visto no Brasil, o português fala:
— A brasileiro se acha muito esperto: faz uma casa em cima da outra, depois não consegue e escreve "édificio".
Um brasileiro viaja pra Portugal e pergunta para o recepcionista do hotel:
— Você sabe onde tem uma farmácia?
E o cara responde:
— Vire à esquerda, dobre à direita e siga reto.
O brasileiro foi e, quando chegou, estava fechada. Ele voltou indignado e perguntou:
— Por que não me disse que a farmácia estava fechada?
— Você só me perguntou onde era, não me perguntou se estava aberta!
Um certo português, Manuel, veio fazer uma visita ao Brasil.
Passando pelos prédios em nossas cidades, ele ficou admirado e não via a hora de voltar e contar a seus familiares aquela coisa fenomenal (os prédios). Dizia ele:
— Uma casa em cima da outra...
Acabou-se a viagem e, na volta, Manuel contou sobre o Brasil e sobre os prédios da seguinte forma:
— Brasileiro é muito burro... Eles ficam fazendo uma casa sobre outra, tentando chegar no céu, e não conseguem... E ainda escrevem na porta:
EDIFÍCIO
Três prisioneiros são condenados à morte na cadeira elétrica.
O primeiro, como última vontade, pediu para rezar para Alá. Abaixou-se e rezou. Na hora da execução, a cadeira não funcionou. Como de costume, ele foi libertado.
O segundo imitou o primeiro, pediu para rezar para Alá. De novo a cadeira não funcionou e ele também foi libertado.
O terceiro fez o mesmo pedido. Abaixou-se para rezar e disse:
— Alá, Alá, a tomada está desligada.
O português Joaquim chegou no aeroporto todo carregado de malas. Quando já ia embarcar, viu seu amigo, que era fiscal da alfândega:
— E aí, Joaquim? Tudo joia? — gritou seu amigo, de longe.
Joaquim respondeu:
— Tudo não! Metade é cocaína.
Manuel e Joaquim estavam indo jogar futebol. Ao passarem num campinho, quase pisaram em cima de uma coisa. Manuel falou: — Nossa, é uma bosta!!! — Que bosta o que, Manuel, não tá vendo que isso aqui é um barro?!! — Lógico que é merda! — É barro!! — É merda!! — É barro!! — É merda!! E ficaram naquela discussão até que Manuel teve uma ideia: — Se colocarmos o dedo, vamos ver: se tiver quente é merda, se tiver frio é barro. Ambos concordaram e Manuel pôs o dedo na merda e disse a Joaquim: — Tá vendo, é barro... tá frio. — Vai ver que esfriou, e acho que é…