Não é pra marcar
Joãozinho vai até o armazém do Seu Manuel, a pedido de sua mãe, para comprar papel higiênico.
Chegando lá, dirige-se ao Seu Manuel e grita:
— Seu Manuel, minha mãe quer papel pra limpar o cú.
O português fica morrendo de vergonha, porque o estabelecimento está sempre cheio de gente, mas entrega o papel ao menino.
Passado uns dias, a mãe de Joãozinho pede para que ele volte a comprar mais papel higiênico.
Novamente o menino chega gritando:
— Seu Manuel, minha mãe quer mais papel pra limpar o cú.
O português chama o Joãozinho num canto do estabelecimento e assim o corrige:
— Pirralho, quando fores pedir papel, peça papel higiênico, entendeste? Higiênico.
O garoto deixa o armazém e o Seu Manuel fica convicto de que ele havia entendido o recado.
Dias depois, volta Joãozinho gritando:
— Seu Manuel, minha mãe mandou comprar um rolo de papel higiênico.
O português, orgulhoso de que seu recado havia sido recebido, pegou o papel, entregou ao menino, que deu uma meia-volta e saiu sem pagar.
Seu Manuel gritou:
— É pra marcar?????
E a resposta veio em seguida:
— NÃÃÃÃÃO, É PRA LIMPAR O CÚ.
