Mosca na salada
— Garçom! Olha só essa mosca aqui na minha salada!!!
— Calma... Ela vai se ferrar já, já! Olha só o tamanho da aranha que está saindo de trás da alface...

— Garçom! Olha só essa mosca aqui na minha salada!!!
— Calma... Ela vai se ferrar já, já! Olha só o tamanho da aranha que está saindo de trás da alface...

Um certo dia, um maluco vai passando pelas portas do hospício puxando uma caixinha de fósforos amarrada num barbante, até que um dos guardas lhe pergunta: — O que você está fazendo? O maluco diz: — Não está vendo que estou levando o Totó para passear? E o guarda retrucou: — Isso não é Totó coisa nenhuma! Pode voltando para dentro! A cena se repete durante vários dias, até que o maluco tem uma ideia. Ele chega com sua caixinha, e os guardas perguntam o que ele está fazendo. O maluco diz: — Não está vendo que estou puxando uma caixinha de fósforos? Os…
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Tchau!!!!!!!!!!!!!!!!!!3p
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Essa piada não foi hilariante~~~~
O mesmo doido planejava fugir do hospício com um parceiro.
— Vamos fugir de noite pelo buraco da fechadura!
À noite os dois saíram de fininho, chegando na porta, aí um dos dois disse:
— Ih! Pode desistir, não vai dar mais pra fugir.
— Por que?
— Esqueceram a chave na fechadura.
O maluquete falando com o médico:
— Doutor, se estou com os dois pés no chão, estou bem; se estou com um pé no chão, estou bem; mas quando levanto os dois pés eu caio. Será fraqueza?
Tinha um morro de um lado e um do outro. Era um japonês, um americano e um índio brasileiro. Eles tinham que atravessar os morros de um para o outro com uma corda amarrada em cada morro. Foi o japonês. Chegou no meio do caminho e falou: — Mão de japoneizinho tá queimano! Aí os outros falaram: — Assopra! Aí ele foi e assoprou as duas mãos juntas e caiu. Aí foi o americano e fez a mesma coisa, caiu também. Aí foi o índio: — Minha mão tá queimando! Aí os outros lá em baixo, querendo se vingar, falaram: — Assopra... O índio assoprou uma mão de cada vez e…
Num certo dia, a administração do hospício resolveu se reunir para discutir e arranjar uma solução para acabar com a superlotação no hospício. Vem uma ideia de promover uma partida de futebol sem bola para os loucos, e aquele que não jogasse não era louco, portanto tava liberado. Chega o dia do grande jogo, todos os loucos em campo, e começa o jogo (sem bola). Os loucos correm pra lá e pra cá, chutam o vento, comemoram, quando um dos funcionários nota um louco parado no meio do campo. O funcionário fala para o colega ao lado: — Vou lá falar com ele. O…