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Mineiro no Rio

Piada de Outras

O mineiro era taxista e estava a trabalhar no aeroporto do Rio, quando chegou o turista americano, pedindo para ele mostrar a cidade maravilhosa inteira.
Eles passaram pelo Cristo, e o turista perguntou:
— Quanto tempo demorou para construir esta estátua?
— Uns dois anos, eu presumo — disse o mineiro.
— Lá nos EUA demoraria apenas dois meses — gabou-se o americano.
Depois eles passaram pelo Copacabana Palace:
— E esse aí? Quanto tempo demorou pra construir?
— Ah, esse demorou quatro meses — disse o mineiro pra tentar desconcertar o americano.
— Nossa! — respondeu ele — Lá nos EUA demoraria 1 mês apenas.
O mineiro, irritado, resolveu passar pelo Maracanã:
— Esse estádio demorou quanto tempo pra ser construído?
— Que estádio? — perguntou o taxista.
— Esse aqui do lado.
— Nossa, que gozado! — falou o mineiro — Eu passei aqui ontem e só tinha um terreno aí.

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Mais piadas de Outras

  1. São Pedro

    Ao morrer, todos enfrentam a fila no céu para passar por São Pedro.
    O primeiro da fila foi João. São Pedro o chamou e disse:
    — João, beija minha mão.
    João beijou e saiu.
    Em seguida, São Pedro chamou José e disse:
    — José, beija o meu pé.
    José beijou e saiu.
    Logo depois, São Pedro chamou Alfredo e disse:
    — Alfredo, beija meu dedo.
    Alfredo beijou e saiu.
    De repente, uma certa pessoa no meio da fila viu tudo aquilo que estava acontecendo e, desesperada, saiu correndo. São Pedro, ao ver o rapaz correndo, levantou-se e disse:
    — Nicolau, por que corres, Nicolau????

  2. Swing do futuro

    No meio da noite o casal é acordado por um disco voador que pousa em seu quintal. Um casal de marcianos desce da nave e, passado o susto inicial, os quatro começam a conversar amigavelmente e logo estão sentados no sofá tomando um uísque. Uma dose aqui, outra ali, daqui a pouco todo mundo estava muito alto e eles resolvem fazer uma troca de casais. Ansiosa por uma aventura extraconjugal, a mulher se tranca no quarto e rapidamente tira a roupa do seu parceiro. Mas qual não foi a sua decepção ao ver o órgão sexual do marciano: devia ter no máximo uns…

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  3. Para-choque de caminhão

    — A bebida desperta o poeta que há em cada um de nós. — A ciência é infalível, quem se engana são os sábios! — A diferença entre um credor e um devedor é que o primeiro tem uma memória muito melhor! — A noite não é uma criança. A noite faz uma criança! — A cal é virgem porque só lida com brocha. — A julgar pelo que sonega, a prisão de ventre é a pior dentre as avarezas. — A mata é virgem porque o vento é fresco. — A mulher foi feita da costela... imagine se fosse do filé. — À noite, todas as pardas são gatas. — A terra é virgem porque a minhoca é mole…

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  4. Pedrinho na sala de aula

    Pedrinho estava na aula de religião dormindo e a professora percebe e faz uma pergunta a ele: — Pedrinho, quem fez o mundo e descansou no sétimo dia? Percebendo que Pedrinho estava dormindo, cravou-lhe o lápis em sua bunda. E ele gritou: — HAAAAA! MEU DEUS!!!!!!!!!!! E voltou a dormir. Percebendo isso, a professora voltou a lhe perguntar: — Pedrinho, quem é o filho de Deus? A menina voltou a lhe fincar o lápis pontudo em seu cuzinho. — JÉSUS!!!!!!!!!! E voltou a dormir. Novamente ela percebeu e fez outra pergunta: — O que Adão disse para Eva no segundo…

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  5. Atrasado

    O torcedor chegou ao estádio atrasado e perguntou a um torcedor que estava assistindo ao jogo desde o começo:
    — Quanto tá o jogo?
    O outro torcedor respondeu:
    — 0 a 0.
    Ele então exclamou:
    — Mas já!

  6. Alunos de fundo de sala

    A professora brinca de fazer adivinhações. Indiferente, no fundo da sala, o Juquinha masca chiclete. A professora se incomoda, mas prossegue a aula:
    — Tem penas e bota ovos... Francisca, pode responder.
    — Galinha, professora.
    — Tem focinho, abana o rabinho... Você, Carlos.
    — Cachorro, professora.
    — Sobe no telhado e mia... Isaura, você agora.
    — Gato, professora.
    E o Juquinha lá, na dele, mascando chiclete.
    Aquilo foi, enfim, irritando tanto a professora que, não se contendo, diz:
    — Levanta e cospe, Juquinha!
    — Caralho, professora!