SergeiCartoons piadas – página inicial
Categorias

Menina rebelde

Piada de Outras

A menina chega na mãe e diz:
— Mãe, posso lavar o meu gato?
A mãe gesticula um não.
Ela volta a insistir:
— Mãe, posso lavar o meu gato?
A mãe, já cansada, diz:
— Tá, pode.
Depois de algum tempo ela chega chorando e diz:
— Meu gato morreu!
A mãe:
— Foi na hora de lavar?
— Não, foi na hora de torcer.

Cartão para compartilhar com a piada “Menina rebelde”

Mais piadas de Outras

  1. O doente

    Um doente está nas últimas, com balão de oxigênio, na cama do hospital. Chamam um padre para dar a extrema unção. O padre chega e se senta à cabeceira do doente. De repente, o coitado começa a se debater, desesperado. Quer falar alguma coisa mas não consegue. A voz não sai, por mais que se esforce. Fazendo mímica, consegue mostrar que quer papel e lápis. Rabisca alguma coisa, dá um suspiro e "bate as botas". Depois de alguns minutos de silêncio, o padre lê o bilhete e lá estava escrito:
    — Sai de cima da borrachinha de ar, filho da puta!

  2. Peido

    O que a diarreia disse para o peido?

    R: Vai businando que eu não tenho freio!

  3. O pescador

    Um pescador foi pescar atum na Galileia. Chegando lá, o pescador fez a "rapa", muito feliz, foi contar pro seu primo e perguntou:
    — José, sabe quantos quilos de atum eu pesquei?
    — Não, quanto?
    — Uma tunnelada. Há! Há! Há!...

  4. A aposta

    Uma velhinha foi um dia ao Banco do Canadá, levando a bolsa cheia de dinheiro. Insistiu em falar com o presidente do banco para abrir uma conta corrente, dizendo que "era uma conta de muito dinheiro". Depois de muita discussão, levaram-na até o presidente do banco (o cliente sempre tem razão). O presidente do banco perguntou quanto ela queria depositar. Ela respondeu: "US$ 165.000,00 dólares", e virou a bolsa com todo o dinheiro em cima da mesa. O presidente, naturalmente, sentiu curiosidade em saber onde ela havia conseguido tanto dinheiro e…

    Ler a piada completa: A aposta →

  5. Papagaio cantor

    Tinha um papagaio cantor. Um dia, um homem forte vestido de Silvio Santos, e ele começou a cantar:
    — Silvio Santos, vem aí, olê, olê, olá!
    Aí veio uma negra cara de manteiga. Aí veio o homem forte, pegou ele e jogou na privada e deu descarga, e cantou:
    — Eu vou, eu vou para o mundo do cocô, eu vou, eu vou para o mundo do cocô.